SketchNotes | Seminário sobre a EU-Life

 

Rabiscos de Ideias (*)
EU-Life Initiatives on Research Organization and Science Policy”
por Marta Agostinho

Seminário no Instituto Gulbenkian de Ciência​

 

A Marta é coordenadora da EU-Life, uma aliança de 13 centros de investigação Europeus da área das ciências da vida. A EU-Life apoia e promove a investigação científica de excelência e a voz da investigação nas decisções políticas da União Europeia.
O seminário foi muito interessante nos vários tópicos abordados, nomeadamente nas chamadas áreas de gestão, comunicação e diplomacia em Ciência. Escrevi muitos (mesmo muitos) apontamentos e decidi dar destaque à informação aqui partilhada.

Clicar nas imagens

Gostei mesmo muito de trabalhar com caneta branca!

(*) Quaisquer erros ou confusão de interpretação das mensagens passadas nas minhas notas visuais são da minha exclusiva responsabilidade.

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Do Janeiro Abraçado e morno

Em Janeiro de 2018, alguns Amigos andaram comigo quase ao colo, dada a minha falta de condição física, num dos mais dificeis momentos da Vida. E levaram-me a passear e a sentir que coisas “minúsculas”, como fazer um rabisco minimalista, apanhar sol e olhar uma Árvore, pode ser do melhor que temos para nos agarrarmos a Viver, um momento,  uma linha e um raio de sol de cada vez.

bugio_tejo_oeiras_portugal_janeiro2018

 

roupa-estendal-laranjeiras-benfica-lisboa-por-Rita-Care

 

A ÁRVORE nas Laranjeiras, Benfica

 

 

#virtualjumpsketch ao Cabo Canaveral com naves espaciais

Em Julho de 2018, o desafio do Salto Virtual | #virtualjumpsketch foi um salto ao Cabo Canaveral, nos Estados Unidos da América, do qual voam naves espaciais voam na direcçaõ do céu. Inspirada pela existência da NASA e do Centro Espacial Kennedy criei este rabisco com carimbos.

#virtualjumpsketch , Cabo Canaveral, EUA, Flórida, Nasa, Espaço, Naves Espaciais, Kennedy Space Center, Rita Caré
#virtualjumpsketch ao Cabo Canaveral com naves por Rita
#virtualjumpsketch , Cabo Canaveral, EUA, Flórida, Nasa, Tomé, Espaço, Naves Espaciais
#virtualjumpsketch ao Cabo Canaveral por Alice

 

Para saberem detalhes sobre o “Salto Virtual” visitem a página do projecto ALI. Se quiserem, podem participar nos desafios anteriores!

Sigam-nos no Instagram, no Facebook e no Twitter com a hashtag:

#virtualjumpsketch

 

Uma semana na praia sem fazer NADA… e a engordar com bolas de berlim

 

A minha semana numa praia do Algarve descreve-se assim.

Praia, Algarve, Desenho, Aguarela, Rita Caré

 

Foi qualquer coisa parecida com esta imagem quase todos os dias. Fiquei a olhar para a multidão vestida com os seus coloridos fatos de banho, toalhas e chapéus-de-sol, ou a dormir na areia quente, ao som típico que conhecemos de uma praia Algarvia semi-cheia. Há mais de vinte anos que não experimentava nada no género, mas fiquei com a sensação de que para o ano estou lá outra vez, se puder, com o objectivo de não fazer rigorosamente NADA, para além do básico para sobreviver no dia-a-dia.

Felizmente tive a companhia da Alice, 4 anos e no Instagram @os4reismagos, que desenho nas minhas aguadas enriquecendo-as com obras abstractas maravilhosas (tenho inveja de tal representação de peixes…), usou as minhas aguarelas semi-profissionais e as encheram de grãos de areia, o que na verdade não quero nada saber, porque adoro que ela use os mesmos materiais que eu. Também brincámos com rabiscos sobre manchas de aguarela impressas e fizemos colagens (não apresentadas aqui) e sorrimos :)

 

Não digam a ninguém que abusei a sério nas Bolas de Berlim, que as há normais, com ou sem creme, com nutela, com chocolate e produzidas com farinha de alfarroba em vez da farinha tradicional de trigo. Entretanto, também ouvi falar de produção com algas azuis…

 

 

 

Do risco mínimo para a “Ópera Chinesa”

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Traje dos Remendos na Exposição “Ópera Chinesa”, Museu do Oriente

No encontro dos Foto e Sketchers 2 Linhas, organizado no Museu do Oriente, a roupa que mais me impressionou na exposição “Ópera Chinesa” foi esta, pela sua aparentente humildade, através dos remendos cosidos. Mas este design foi criado propositadamente e apresenta-se muito luxuoso. A sua grande simplicidade de linhas e as cores atrairam-me imediatamente o olhar.

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Instrumentos musicais, disco de vinil e fantoche, na exposição “Ópera Chinesa”, no Museu do Oriente

Na parte mais interessante da exposição encontrei alguns instrumentos musicais fascinantes, uma colecção de discos de vinil com capas maravilhosas. E o mais giro de tudo, existia uma caixa azul, com buracos circulares, para espreitarmos lá para dentro, onde encontrávamos fantoches, outros brinquedos e jogos. Para verem fotos desses objectos da “Ópera Chinesa”, visitem os posts no blog dos FS 2´´.

Dei ainda com diários gráficos criados para preparar as peças de teatro.

 

 

Rabiscos Felizes com os Qual Alcatraz

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Nos rabiscos e parvoíces maravilhosas na Fábrica da Pólvora de Barcarena com os Qual Alcatraz.

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Dos Blogues e a Blogar há quase 16 anos…

BlogRenovado-PapiroPapirus-RitaCare-21mar2017

Cristina Nobre Soares espicaçou-me mais uma vez com um texto sobre BLOGUES, essa grande invenção do final do século XX. Este post é uma adaptação de um comentário que fiz ao seu post no Facebook.

Os blogues são olhados de lado…? São lixo?!

Primeiro, são os arquivos de muitos anos (até décadas) de diários ou semanários de muita gente, das suas vidas pessoais e profissionais. Ainda hoje considero os blogs das ferramentas mais interessantes para arquivar e divulgar informação (acho o WordPress na versão gratuita uma coisa de outra dimensão…). Por causa dos blogs conheci, online e ao vivo, algumas das pessoas mais interessantes da Vida, no contexto de interesses comuns.

Depois, lixo é o que os jornais e os media no geral pretendem impingir a quem os lê/vê. Há por aí muito blog a fazer serviço público, mas muito melhor.

O meu primeiro blog foi criado em Setembro de 2002, quando estava um calor abrasador e estava eu noite dentro a teclar que nem louca numa varanda de Madrid…

Como é possível ter passado tanto tempo?

Escrevi poemas e pequenos textos de emoções e de opiniões, divulguei ciência quando eram raros os que o faziam. Finalmente, anos mais tarde descobri os blogues dos rabiscos. Criei este em 2007.

Publiquei durante anos e anos, até há bem pouco tempo, quase sempre sob anonimato. Sim, que eu não sou autora apenas do Papiro papirus, mas de vários outros blogues. Notem, que há uma urban sketcher poetisa que conheci online através desse primeiro blog de 2002. Este país é um penico, já se sabe…

Durante mais de três anos mantive um blog de divulgação científica, o “Caminhos do Conhecimento”. Durante muito tempo achei que tinha um título péssimo até recentemente ter descoberto que a Ciência Viva agarrou nesse mesmo título para denominar o portal sobre o legado de José Mariano Gago (uma das mais relevantes personalidades da Divulgação Científica em Portugal). Imaginem… Que honra! Eu a pensar que era um nome a cheirar a pseudo-ciência… ahahahah!

Estou a ver que que não sou a única que fui largando um blog, criando outro blog, largando, criando… Nos tempos de hoje só me apetecer manter vivo um único blog, este Papiro papirus! Aqui reúno a maior parte do que me tornei, apesar do foco central serem rabiscos. Sou bióloga do coração, apaixonadérrima por museus, partilhadora de assuntos culturais e de ciência (nesta parte, pouco, porque o faço profissionalmente), desenhadora, mini repórter e opinidadora de vão de escada.

Sabem do que mais gosto?
De reescrever, reescrever, reescrever, reescrever… porque é muito divertido e faz-me crescer,  clarifica a cabeça e o texto, melhora as publicações. Escrever online tem essa vantagem de virmos cá quando nos apetece e melhoramos o que precisa de ser melhorado. Também gosto de voltar atrás de vez em quando e perceber como pensava há muitos anos e quais eram os meus interesses na altura. Os blogs fazem-nos olhar ao espelho. Se os espelhos forem analisados pela positiva isso traz-nos o benefício da evolução da mente e do espírito.

O texto da Cristina Nobre Soares está ali, mas só quem é “Amigo” no Facebook consegue lê-lo. Também está publicado no blog Em Linha Recta.

 

Reportagem Desenhada | Prémio Acesso Cultura Linguagem Simples para o Museu da Presidência

Reportagem desenhada da entrega do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples por Rita Caré
Reportagem desenhada da entrega do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples por Rita Caré

Reportagem Desenhada
Prémio Linguagem Simples para o Museu da Presidência

No dia 13 de Março de 2018, o Museu da Presidência recebeu o Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples numa cerimónia realizada no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. A Acesso Cultura entregou ainda uma Menção Honrosa à empresa Formas Efémeras.  “Foi uma cerimónia curta, bonita, emotiva”, lê-se numa publicação do Facebook da associação.

O texto introdutório da exposição “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra. 100 anos da primeira visita de Estado” foi o escolhido pelos jurados, composto por Cristina Nobre Soares, Hugo Sousa e Rita Tomás. Segundo o júri, citado em COMUNICADO da Acesso Cultura, “De entre os vários textos que podemos encontrar numa exposição, é ao texto do painel de introdução que cabe, em primeira mão, a responsabilidade de influenciar a experiência da visita. É ao depararem-se com este texto que os visitantes se interrogam: “O que vou ver? Porque é que me querem mostrá-lo? O texto vencedor do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples 2018 não deixa margem para dúvidas quanto ao que vai ser visto e ao porquê do tema escolhido.”. Os textos premiados e a justificação sobre a sua escolha estão disponíveis para CONSULTA.

Sobre a relevância deste prémio no contexto da Acessibilidade em Portugal, Maria Vlachou, directora executiva da Acesso Cultura, explicou tratar-se “de um prémio de reconhecimento, um reconhecimento de quem se esforça para contrariar a forma habitual de fazer as coisas (aquela que todos conhecemos e que nos deixa confortáveis) e de tentar enfrentar aquela que todos reconhecemos como uma barreira: a linguagem que usamos para comunicar com o público em geral, com pessoas que não sabem o que nós sabemos. No entanto, a distância é grande entre a teoria e a prática. Reconhecer não é fazer… E enquanto somos todos capazes de identificar os erros de outros, quando se trata de nós, temos medo de arriscar a ser claros, de repente a comunicação clara parece ficar equiparada a uma forma simplista ou infantilizada de comunicar. Sempre no nosso caso, nunca no dos outros.”.

 

Do “FAZER” – Citação para não esquecer

 

Hoje reli uma citação que a Teresa Ogando me enviou há umas semanas num e-mail que, claramente não Li com a devida atenção. Hoje Atentei-me ao conteúdo…

Começa por fazer o necessário, depois faz o possível.
E de repente estarás a fazer o impossível! 

São Francisco de Assis

 

 

 

Às vezes rabiscam-me ou fotografam-me…

e eu gosto muito disso,
quando são as pessoas de quem gosto tanto os(as) autores(as).

RitaPorAnaCrispim-Pascoa2018 (3)

 

Gosto muito desta foto, porque estava  fascinada por um miúdo pequeno fixado a olhar para o meu desenho e talvez para o meu chapéu… Por Ana Cristina Crispim

Rita Care _ Por _Marilisa Mesquita _ AnosCasadosTiosCrispim_2018

A Marilisa Mesquita faz uns desenhos de mim absolutamente incríveis, não faz?