Esqueletos no armário do Museu da Farmácia

Rabiscos digitais de objectos do Museu da Farmácia para o cartaz do último encontro dos FotoSketchers 2 Linhas, a partir de fotografias da colecção exposta online.

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Newsletter | Cães, esploradores da Vida e do Mundo, Árvores, Egipto…

Cães, esploradores da Vida e do Mundo, Árvores, Egipto na Nacional Geographic, a Orquestra na RTP2, Agenda Acessível da Acesso Cultura e Wagner da Focinhos e Bigodes
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Newsletter | Ler com lego, Origami, Mickey feio…

Estive de férias e, em vez de ver séries umas atrás das outras, viajei através de podcasts, dormi, fiz turismo com ajuda do Goole Arts & Culture refastelada no sofá, … criei esta newsletter e… ainda não acabei de pensar nisso!

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Funcionário colonial, Mali – MNEtnologia

A Felicidade do difícil e o desapontamento por afinal não ser o D. Quixote… perdi o romantismo do desenho a meio…

A Felicidade e a Tristeza de usufruir da possibilidade de limpar o chão esticando-me por ali e de um museu às moscas…

Museu Nacional de Etnologia by Rita Caré 2019

Preferia não ter o Museu Nacional de Etnologia às moscas e ficar inibida com a curiosidade dos visitantes pelos rabiscos que fazemos… Este Museu é dos preferidos dos sketchers, porque os seus objectos parecem mágicos, saídos de contos de fadas em terras longínquas. É muito intimista e poético.

Tudo isto se passou num dos últimos encontros do FotoSketchers 2 Linhas no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa.

Newsletter | Ainda não acabei de pensar nisso…

Já fazia sentido a criação desta newsletter há muito muito muito… muito tempo. Não sei se será como um diário online, espelho dos meus pensamentos, desenhados ou não, e das minhas reflexões oriundas do que leio, do que oiço, do que encontro por aí.

Ler o número inaugural


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Gravuras Rupestres em Tanum, Suécia #VirtualJumpSketch

Explorando locais com Gravuras Rupestres classificados como Património Mundial pela UNESCO, descobri as espectaculares Obras de Arte da Idade do Bronze, localizadas em Tanum. Gostei tanto que passei a ser seguidora apaixonada do Instagram do Museu Vitlycke Museum .

Gravuras Rupestres, Tanum, Suécia by Rita Caré

É assim que dou como terminado o projecto oficial Salto Virtual (#VirtualJumpSketch). Torno-o apenas pessoal para quando estiver com o espírito em condições para viajar pela Internet, caçando este tipo de pérolas do maravilhoso mundo criativo dos Seres Humanos.

Para seguir todos os trabalhos que já foram publicados neste projecto e que serão partilhados por mim e por quem queira, basta explorar o Google, o Instagram, o Facebook e o Twitter com a hashtag #VirtualJumpSketch.

Rabiscos Felizes com os Qual Alcatraz

Desenho, Sketching, Urban Sketching, Rita Caré, Papiro papirus, Papiro, Fábrica da Pólovora, Barcarena, Oeiras

Nos rabiscos e parvoíces maravilhosas na Fábrica da Pólvora de Barcarena com os Qual Alcatraz.

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Dos Blogues e a Blogar há quase 16 anos…

BlogRenovado-PapiroPapirus-RitaCare-21mar2017

Cristina Nobre Soares espicaçou-me mais uma vez com um texto sobre BLOGUES, essa grande invenção do final do século XX. Este post é uma adaptação de um comentário que fiz ao seu post no Facebook.

Os blogues são olhados de lado…? São lixo?!

Primeiro, são os arquivos de muitos anos (até décadas) de diários ou semanários de muita gente, das suas vidas pessoais e profissionais. Ainda hoje considero os blogs das ferramentas mais interessantes para arquivar e divulgar informação (acho o WordPress na versão gratuita uma coisa de outra dimensão…). Por causa dos blogs conheci, online e ao vivo, algumas das pessoas mais interessantes da Vida, no contexto de interesses comuns.

Depois, lixo é o que os jornais e os media no geral pretendem impingir a quem os lê/vê. Há por aí muito blog a fazer serviço público, mas muito melhor.

O meu primeiro blog foi criado em Setembro de 2002, quando estava um calor abrasador e estava eu noite dentro a teclar que nem louca numa varanda de Madrid…

Como é possível ter passado tanto tempo?

Escrevi poemas e pequenos textos de emoções e de opiniões, divulguei ciência quando eram raros os que o faziam. Finalmente, anos mais tarde descobri os blogues dos rabiscos. Criei este em 2007.

Publiquei durante anos e anos, até há bem pouco tempo, quase sempre sob anonimato. Sim, que eu não sou autora apenas do Papiro papirus, mas de vários outros blogues. Notem, que há uma urban sketcher poetisa que conheci online através desse primeiro blog de 2002. Este país é um penico, já se sabe…

Durante mais de três anos mantive um blog de divulgação científica, o “Caminhos do Conhecimento”. Durante muito tempo achei que tinha um título péssimo até recentemente ter descoberto que a Ciência Viva agarrou nesse mesmo título para denominar o portal sobre o legado de José Mariano Gago (uma das mais relevantes personalidades da Divulgação Científica em Portugal). Imaginem… Que honra! Eu a pensar que era um nome a cheirar a pseudo-ciência… ahahahah!

Estou a ver que que não sou a única que fui largando um blog, criando outro blog, largando, criando… Nos tempos de hoje só me apetecer manter vivo um único blog, este Papiro papirus! Aqui reúno a maior parte do que me tornei, apesar do foco central serem rabiscos. Sou bióloga do coração, apaixonadérrima por museus, partilhadora de assuntos culturais e de ciência (nesta parte, pouco, porque o faço profissionalmente), desenhadora, mini repórter e opinidadora de vão de escada.

Sabem do que mais gosto?
De reescrever, reescrever, reescrever, reescrever… porque é muito divertido e faz-me crescer,  clarifica a cabeça e o texto, melhora as publicações. Escrever online tem essa vantagem de virmos cá quando nos apetece e melhoramos o que precisa de ser melhorado. Também gosto de voltar atrás de vez em quando e perceber como pensava há muitos anos e quais eram os meus interesses na altura. Os blogs fazem-nos olhar ao espelho. Se os espelhos forem analisados pela positiva isso traz-nos o benefício da evolução da mente e do espírito.

O texto da Cristina Nobre Soares está ali, mas só quem é “Amigo” no Facebook consegue lê-lo. Também está publicado no blog Em Linha Recta.

 

Reportagem Desenhada | Prémio Acesso Cultura Linguagem Simples para o Museu da Presidência

Reportagem desenhada da entrega do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples por Rita Caré
Reportagem desenhada da entrega do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples por Rita Caré

Reportagem Desenhada

Prémio Linguagem Simples para o Museu da Presidência

No dia 13 de Março de 2018, o Museu da Presidência recebeu o Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples numa cerimónia realizada no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. A Acesso Cultura entregou ainda uma Menção Honrosa à empresa Formas Efémeras.  “Foi uma cerimónia curta, bonita, emotiva”, lê-se numa publicação do Facebook da associação.

O texto introdutório da exposição “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra. 100 anos da primeira visita de Estado” foi o escolhido pelos jurados, composto por Cristina Nobre Soares, Hugo Sousa e Rita Tomás. Segundo o júri, citado em COMUNICADO da Acesso Cultura, “De entre os vários textos que podemos encontrar numa exposição, é ao texto do painel de introdução que cabe, em primeira mão, a responsabilidade de influenciar a experiência da visita. É ao depararem-se com este texto que os visitantes se interrogam: “O que vou ver? Porque é que me querem mostrá-lo? O texto vencedor do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples 2018 não deixa margem para dúvidas quanto ao que vai ser visto e ao porquê do tema escolhido.”. Os textos premiados e a justificação sobre a sua escolha estão disponíveis para CONSULTA.

Sobre a relevância deste prémio no contexto da Acessibilidade em Portugal, Maria Vlachou, directora executiva da Acesso Cultura, explicou tratar-se “de um prémio de reconhecimento, um reconhecimento de quem se esforça para contrariar a forma habitual de fazer as coisas (aquela que todos conhecemos e que nos deixa confortáveis) e de tentar enfrentar aquela que todos reconhecemos como uma barreira: a linguagem que usamos para comunicar com o público em geral, com pessoas que não sabem o que nós sabemos. No entanto, a distância é grande entre a teoria e a prática. Reconhecer não é fazer… E enquanto somos todos capazes de identificar os erros de outros, quando se trata de nós, temos medo de arriscar a ser claros, de repente a comunicação clara parece ficar equiparada a uma forma simplista ou infantilizada de comunicar. Sempre no nosso caso, nunca no dos outros.”.

E criar um Museu da Língua Portuguesa online…?

Hoje de manhã, como sempre, tive o mau há hábito de ir bisbilhotar o Facebook mesmo antes de pôr o pé no chão… Estava lá esta provocação da Inês Bettencourt da Camara (da Mapa das Ideias) mesmo à espera para ter uma resposta.

 

Escrevi a minha resposta por entre tarefas domésticas matinais no bloco de notas do telemóvel. Apaguei muito e voltei a escrever e a reescrever. Refleti sobre um tema recorrente na minha mente, desde que no Brasil foi criado o Museu da Língua Portuguesa (museu que ardeu em 2015, mas que está em reconstrução): Porquê que Portugal não tem um museu da Língua Portuguesa?

Heis a minha resposta:

Vou fazer uma pergunta não como especialista em museologia (não sou), mas como profissional da comunicação e, sobretudo, como fã incondicional dos museus, do papel tão relevante que têm e que podem vir a ter para a democracia, por sentir que precisam de mudar para interagir de todas as formas possíveis com as pessoas, por sentir que precisam de as abraçar e de as convidar a visitá-los de “pantufas” (ou seja, em estado de conforto físico e mental).

Tudo isto no contexto do mundo actual cada vez mais a viver online. Tudo isto no contexto da necessidade dos museus mostrarem e promoverem a discussão do que é Relevante, de se deixarem de neutralidades convenientes e cínicas e criarem Relevância, de se envolverem na Sociedade e de serem Acessíveis.

::: Do que é que se está à espera para se criar um Museu da Língua Portuguesa online com base nas Colecções existentes?

Estamos em 2018!! Estamos tantos online em Portugal e somos cada vez mais! O meu avô tem 90 anos, faz pesquisas e lê jornais online no smartphone!

Embora os países de língua oficial Portuguesa possam não estar com a mesma força online, estarão em breve… Notem que não sei dados oficiais. Alguém me sabe dizer se há relatórios sobre este assunto?

A língua está tão viva e muda e muda e evolui muito depressa, também porque existe a Internet.

Adoro usar expressões oriundas dos países que são agora nossos no coração… Uso-as “bué” e sei pouco sobre a sua origem, porque sou ignorarante e gostava muito de deixar de ser dentro de um museu para Todos, que me mostrasse, explicasse e conversasse comigo, visitável de todo o lado no meu smartphone e do meu PC (sou “velha” e ainda gosto mais dos PCs…).

Obrigada Inês por me pôres a pensar nisto outra vez!