Para Adopção Responsável | Rabiscos com cães no canil do Seixal

Caes-Croacs-Seixal-L1B_Out2018_Por Rita Care (1)

A L1B em parceria com o Pelouro da Segurança Alimentar e Bem-Estar Animal da Câmara Municipal do Seixal organizaram uma actividade de urban sketching no espaço do canil e gatil municipal e lá fomos rabiscar, em missão, para a promover a adopção responsável.

O Xico morreu com leucemia com menos de 5 anos. Isso aconteceu em 2011 ou 2012. O Xico foi um dos Amores da minha vida e tive um grande desgosto, porque a Vida o levou cedo demais. Estive cerca de 7 anos a viver sem a companhia canina. Essa ausência permitiu-me fazer outras coisas, muitas coisas, muitas… Tantas que não quis ouvir o meu coração a chamar por outro cão. Mas, finalmente na Páscoa de 2018, não pude mais deixar de ouvir. Então, uma semana depois chegou o Tomé. Depois do Tomé veio o Boris, apenas por umas horas, e depois veio o Pipo, que ficou apenas três dias. As histórias do Boris e do Pipo tiveram finais felizes comigo. Imagino que outros Boris, outros Pipos, outras Guidas venham por instantes e lhes dê um feliz destino… O meio coração não poderá mais conseguir não ir buscar uma trela a correr para não os deixar partir sem orientação na vida.

Aprendi as minhas lições… espero. Aprendi que não devo mais viver sem cão e que já não tenho capacidade física, mas sobretudo emocional para educar uma criança canina, como o Pipo. Prefiro adaptar-me as necessidades muito relevantes de um cão de meia idade, que pode trazer muitos problemas emocionais consigo (incluindo agressividade), do que andar a fazer 3 máquinas de roupa por dia, por causa de xixis e cocós pelos tapetes e assim.

Por favor adopte, mas apenas se tiver bem consciente que levará consigo um novo amigo com uma história de vida, que pode ter sido extremamente difícil. Tenha consciência de que custará muitos euros de diversas formas. Por favor, adopte com responsabilidade.  Trate de todas as formalidades legais relacionadas com a adoptação, cuide da alimentação, da saúde e nunca abandone a criatura. Não se esqueça de lhe pôr o chip e da plaquinha metálica na coleira com o nome dele(a) e um, ou mais do que um, nº telemóvel (a plaquinha é uma peça absolutamente fundamental). Não deixe os seus animais caminharem sozinhos na rua.

Apanhe sempre os dejectos pela saúde do seu animal, das crianças e da sua. E porque os passeios são um nojo em Portugal. Cada um tem o seu papel. Cumpra-o!

Tenha muita paciência com os cães seus vizinhos que ladram e uivam com saudades dos donos na sua ausência. Seja muito paciente. Os cães têm emoções, sentimentos e memórias. Cada um é diferente do outro. Todos têm a sua própria personalidade. Não existe um cão igual. Os cães foram criados pelo homem há milhares de anos. Eles foram criados à nossa imagem e semelhança. Olhe bem para a expressão do seu pequeno. É fácil perceber se está, ou não, feliz. Os olhos deles também sorriem :)

Estou perdida de amores pelo Tomé, mas o Xico está sempre comigo. Quase todos os dias me lembro dele. Também me lembro-me muitas vezes do Bartolomeu, do Xanax, do Skakeaspeare, da Guida, da maluca da Rusky (ela roía pedras e mamou no meu cabelo quando a salvei com apenas 20 dias…) e de tantos outros. Ao longo dos últimos 37 anos, partilhei a vida com mais de trinta cães e cadelas, em alguns momentos foram cinco em simultâneo, todos a vivermos no campo, onde cheira a verde e a fumo de lareira. Agora não tenho lareira, mas tenho o Tomé. Deixo o Tomé fazer o que nunca antes deixara, ele dorme comigo na manta dele, sob o meu edredon, e entra na cozinha. O Tomé é o único verdadeiro cão de guarda que tive. Precisa desesperadamente de me guardar quando estou em casa e então, depois de muitos meses de aprendizagem, eu aprendi que tinha que o deixar estar sempre comigo ao meu lado e a ver-me.

Na CROACS, no Seixal, existe um canil e gatil, no qual existem cães e gatos aguardando uma segunda oportunidade de Vida. Todos os meses existe uma acção de rua, na qual poderá visitar alguns desses animais e conversar com profissionais e voluntários que dão orientações sobre Adoptar de forma responsável.

 

 

 

 

 

 

 

 

Anúncios

#virtualjumpsketch à Ilha de Páscoa

Em Abril de 2018, o desafio do Salto Virtual | #virtualjumpsketch foi um salto à Ilha de Páscoa, na Polinésia, no meio do Oceano Pacífico.

Inspirada e deslumbrada pelas imagens do local com mais de 900 esculturas enormes, extraordinariamente colocadas por seres humanos ancestrais, criei este desenho carimbado.

Rita Caré, Desenho, #virtualjumpsketch, Salto Virtual, Papiro papirus, carimbos, desenhar, Ilha de Páscoa
#virtualjumpsketch à Ilha de Páscoa

Para saberem detalhes sobre o “Salto Virtual” visitem a página do projecto ALI. Se quiserem, podem participar nos desafios anteriores!

Sigam-nos no Instagram, no Facebook e no Twitter com a hashtag:

#virtualjumpsketch

P.S. Quem nos dera que existisse teletransporte…

Papiro papirus, porque… | Facebook sempre a inventar…

Agora há uma caixinha lateral nas páginas do Facebook, nova, claro! Somos convidados a  preenchê-la… Diz que fica tudo muito mais eficiente, mas o que uma pessoa sente é que o sistema vai de mal a pior…

Mas pensamentos +++ e o lado bom da coisa é que estimulou o exercício de reflexão pela escrita de outra maneira (há sempre muitas) sobre o que é isto do Papiro papirus e do que é que tenho andado para aqui a fazer…

PapiroFacebook

Papiro papirus, porque…
  • Anseio por me tornar melhor contadora de histórias e de ideias com palavras e imagens.
  • Sou comunicadora de cultura e ciência e passo o dia a criar e a gerir a divulgação de conteúdos sobre estes temas.
  • Sou ilustradora sempre que posso ao nivel profissional para complementar a informação que divulgo.
  • Desenho muito, porque o meu corpo e a minha mente precisam. Aprendi a fazê-lo com algumas das pessoas mais marcantes da minha vida. Adoro Ensinar a desenhar sempre que consigo um tempo extra e aparece quem queira vir aprender.

Porque é que Rabiscas / Desenhas? | Why do you Sketch?

In English below

 

Porque é que Rabiscas/Desenhas?

Aproveitei o desafio da Liz Steel para reflectir sobre o Porquê de desenhar há tantos, tantos anos, mais de 20.

Estimada Liz Steel,

dependendo do momento, Rabisco / Desenho & Pinto para:

. Encontrar o Silêncio.
. Esvaziar o cérebro de tudo em redor e focar-me em algo que chame a minha atenção.
. Estar sozinha no mais estranho dos silêncios experenciado no meio de uma  multidão.
. Estar com outros sketchers (rabiscadores / desenhadores de rua) no mais especial dos silêncios.
. Encontrar-me. Encontrar o meu eu interior, perdido no ruído do meu cérebro.
. Trazer a mim espaços, locais, coisas, pessoas… (o que eu considero estético provavelmente não é o mesmo que tu e outras pessoas consideram).
. Sentir-me Livre.
. Ouvir melhor.
. Agarrar momentos para sempre (com pequenos detalhes).
. Compreender.
. Explicar.
. Aprender sobre mim própria, sobre as pessoas, sobre todos os detalhes de algo ou alguém, sobre a forma como o mundo funciona, sobre como uma máquina funciona, sobre uma teoria, sobre desenhar, sobre pintar, sobre materiais de desenho e pintura.
. Para partilhar histórias, para contar histórias, para ver histórias (reais ou imaginadas).
. Para crescer como ser humano.
. Para ser feliz como os miúdos com os seus brinquedos.
. Rabiscar e desenhar é a actividade mais enriquecedora que alguma vez experimentei.

Rita Caré, 19 Out 2017

 

Why do you Sketch?

Once Liz Steel asked Why do you Sketch, I reflected on Why do I do it for more than 20 years.

Dear Liz Steel, I will do my best with my unperfect English.

Depending on the momentum… I SKETCH & PAINT To:

. Find Silence.
. Empty my brain from everything around and focus on something that calls my attention.
. Be alone in the most strange silence experienced in the middle of a crowd.
. Be with other sketchers in the most special shared silence.
. Find myself. To find the inner me lost in my noisy brain…
. To bring aesthetic places, things, people (what I consider aesthetic probably is not the same for you and for many people) to my life.
. To feel Free.
. To listen better.
. To catch moments forever (with tiny details).
. To understand.
. To explain.
. To learn about myself, about people, about all the details of something or someone, about how the world works, about how a machine works, about how a theory works, about drawing, about painting, about fine arts materials.
. To share stories, to tell stories, to watch stories (real and from imagination).
. To grow up as a human being.
. To be happy like kids with their toys.
. Sketching is the most enriching activity I’ve ever tried.

Rita Caré, 19th Oct 2017

Crónica Desenhada | Conversas sobre Panfletária e Liberdade

Crónica Desenhada | Conversas sobre Panfletária e Liberdade por Rita Caré
Conversas sobre Panfletária e Liberdade por Rita Caré (clicar na imagem)

Crónica Desenhada
Conversas sobre Panfletária e Liberdade
| Publicado em XZibit Art |

No final de março, com a aproximação às celebrações do Dia Português da Liberdade, o 25 de abril, a proposta para Desenhar Conversas sobre “A Liberdade e a Arte Panfletária”  soava tentadora.

A Oficina do Desenho – Associação Cultural (OD), em Cascais, convidou Pedro Afonso e Alexandre Bordalo para falarem e refletirem sobre o tema e sobre o seu trabalho, em convívio com os presentes na sessão. Afonso é artista plástico e ilustrador. Bordalo é fotojornalista. As conversas foram moderadas por Rui Aço, artista plástico e Presidente da OD.

“A Liberdade nem sempre é veiculada pela Arte Panfletária!” avisava-nos o anúncio destas conversas. Tem sido usada como meio de comunicação para a denúncia, através da sátira e da ironia, mas também para manipular os povos através de propaganda política e religiosa.

Conversou-se sobre a liberdade, ou não, de expressão e sobre o papel mais ou menos relevante da Arte Panfletária na sociedade ao longo do tempo, desde o século XVIII, através de pintores, poetas, muralistas, arquitetos e outros artistas. Rui Aço lançou o tema através da abordagem à Fábula do Pássaro Bisnau e ao trabalho de diversos autores Portugueses e de outros países. Entre eles, Almada Negreiros, Delacroix, Siqueiros, Zeca Afonso, Ary dos Santos, Sartre, entre outros.

Os convidados e também o moderador têm grande e prolongada experiência profissional e de vida, o que ficou bem vincado pelas opiniões partilhadas e pelas histórias contadas. Pela noite dentro, cada um dos presentes bebeu chá e desenhou em toalhas de papel de mesa, o que lhe ia na alma, fosse abstrato ou realista, tivesse, ou não, a ver com o tema conversado. A Liberdade para Desenhar não tem limites.

“Conversas Desenhadas” é uma proposta bimensal da Oficina do Desenho – Associação Cultural, em Cascais. Aguardemos, pois, pela proposta com que nos brindará em maio de 2017.

Desenho e texto: Rita Caré

Crónica Desenhada com Jazz de John Coltrane

Crónica Desenhada com Jazz de John Coltrane
| Publicado em XZibit Art |

No mês de Março de 2017, a Oficina do Desenho (OD), em Cascais, organizou várias sessões para desenhar a música.

Às 18h daquela sexta-feira chuvosa, o ambiente era animado com alguns jovens a terminar os seus trabalhos artísticos. Os participantes da Oficina Livre do Laboratório Experimental foram chegando. A música que tocava mudou para o jazz do prometido John Coltrane. Ao longo de três horas ouviu-se, por várias vezes, a música “My Favorite Things”, tocada por Coltrane pela primeira vez em 1961.

Desassossegada ao fim de um dia de trabalho, sentei-me e rabisquei no meu caderno. Primeiro, o Miguel Teixeira (arquitecto, artista plástico e Vice-Presidente da Oficina do Desenho) a lavar materiais. Depois, uma das participantes que explorava lentamente as formas de uma folha amachucada. Inspirada pelo momento e pelo som do jazz, permiti-me descontrair e mergulhar finalmente para um lugar onde apenas o desenhar me leva. As minhas linhas dançaram e desapareci, na fuga dos dias, para dentro do papel durante as duas horas que se seguiram.

A Oficina do Desenho é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em Cascais em 2003, que promove o ensino, a prática e a experimentação das artes visuais e em particular do desenho. As Oficinas Livres do Laboratório Experimental realizam-se às sextas-feiras, das 18h às 21h.

Desenho e texto: Rita Caré

O olhar e o transcendente no Desenho

Escrevo sobre Desenhar e sobre o que senti na última visita ao Aquário Vasco da Gama e ao Rei D. Carlos I. Este foi o desenho que me fez saltar para outra dimensão, rara, que de vez em quando me acontece no ponto de encontro entre a caneta e o papel.

AQUÁRIO VASCO DA GAMA E A BICHARADA DO REI-CIENTISTA-PINTOR by Rita Caré 2017

Fomos celebrar a Vida e transcendi-me ao desenhar seres que já não estão vivos há dezenas ou há mais de uma centena de anos. A caneta parecia ter vontade própria. Fluiu nas minhas páginas triangulares como se se conhecessem desde sempre. Não pude parar durante muito tempo. Desde então tenho pensado naqueles desenhos todos os dias e nos significados para a minha própria vida.

Todas as pessoas têm um olhar diferente perante o que desenham. A representação do que observamos depende, claro, da experiência que cada um tem de desenhar. Mas, quanto mais desenhamos, melhor nos conseguimos exprimir, tanto em relação à mensagem que queremos passar (se é que existe esse objectivo prévio), como em relação às emoções. Todos os desenhos são influenciados por estes dois factores.

Quanto mais nos entregamos ao acto de desenhar – e nos desinibimos em relação ao traço e à pintura – mais gostamos e mais os resultados são coerentes com o que desejamos para o próprio desenho.

Rita Caré

 

VÍDEO | Conferência «Desenhar o Mundo – Olhar em volta: O desenho como registo»,

Nunca é demais lembrar que aprendi a desenhar com 22 anos. O Pedro Salgado continua a inspirar e a ensinar gerações com o seu entusiasmo e desenhos de peixes incríveis… O anúncio para o primeiro curso de ilustração científica que fiz com ele em 1998-99 dizia que “não é preciso saber desenhar”. Pedro Salgado é o mais importante ilustrador científico Português do século XX, tendo “arrastado” consigo vários pupilos para o estrelato internacional.

A sua comunicação começa aos 1:18 minutos neste vídeo. Há ainda várias comunicações de outros oradores. Não percam!

ariscar-o-patrimonia-encontro-23set2016

A Conferência «Desenhar o Mundo – Olhar em volta: O desenho como registo», que decorreu no dia 23 de Setembro de 2016, faz parte do projecto (a)Riscar o Património.

Temas e Oradores ao minuto no vídeo

0:00 – Abertura, Paulo Ferreira da Costa
5:17 – «Apresentação do Projecto (a)Riscar o Património», Margarida Donas Botto e Jorge Vila Nova Alves (DGPC)
15:17 – «Cidades, património e BD», Paulo Pereira
52.23 – «O desenho como narrativa arquitectónica», Penim Loureiro
1:18:35 – «Ilustração científica: a importância do registo em cadernos de campo», Pedro Salgado
2:01:37 – «Os cadernos de viagens dos exploradores portugueses do século XVIII-XX», David Felismino
2:20:46 – «Desenho e diários gráficos», Eduardo Salavisa

Ver o Vídeo em: https://youtu.be/gP_9Ga0dLu0

 

1 Outubro | Encontro | Rabiscos de Ciência em Zoom, IGC, Oeiras

rabiscos-dia-aberto-2016-rita-care-96-dpi-1000-px-com-texto-v2-png

 

RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM 
Diários Gráficos no Dia Aberto
do Instituto Gulbenkian de Ciência

1 Outubro 2016 – 10-17h, Oeiras

 

O Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) abre as suas portas ao público no Dia Aberto do IGC 2016, em 1 de Outubro das 10 às 17h, em Oeiras. Entre muitas outras actividades para todas as idades, todos os interessados – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos – estão convidados a participar no encontro “RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM | DIÁRIOS GRÁFICOS NO DIA ABERTO DO INSTITUTO GULBENKIAN DE CIÊNCIA”, no qual vamos desenhar à vista em pequenos cadernos ao longo do dia.

Não é preciso saber desenhar, basta gostar de o fazer e trazer um pequeno caderno e materiais portáteis  para desenhar e pintar (por exemplo, canetas de feltro, lápis de cor, kit de aguarelas e pincel).

Serão organizadas duas visitas guiadas a laboratórios específicas para os rabiscadores e para as quais é necessária INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA:

A – 11h00 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório
B – 14h30 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório

INSCRIÇÃO

Envie um e-mail para Rita Caré – rita.s.care@gmail.com – indicando o NOME, E-MAIL e TELEMÓVEL e em qual das visitas guiadas prefere participar: A ou B.

PÚBLICO-ALVO – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos

EXPOSIÇÃO ONLINE DOS DESENHOS

Todos os participantes poderão ter até 3 dos seus desenhos expostos online no site do Dia Aberto do IGC 2016.

COMO CHEGAR AO IGC?

O IGC fica a 5 minutos a pé da estação de comboios de Oeiras (linha da CP Lisboa-Cascais). Instruções de chegada AQUI.

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Quando chegar à mesa de informações no IGC, identifique-se como RABISCADOR e irá receber um autocolante/crachá.

– O ponto de encontro dos grupos para as visitas aos laboratórios será nas escadarias do pátio grande central pelas 10h45 e pelas 14h45.

– Haverá uma partilha de cadernos no final da manhã (12h30) e outra à tarde (16.30h) junto às escadarias do pátio grande central.

– Há muito que ver, ouvir e experimentar, das 10 às 17h – Consultar o PROGRAMA de todas as actividades do Dia Aberto do IGC 2016 que está AQUI.

– O bar e a cantina do IGC estarão abertos ao público durante todo o dia.

ORGANIZAÇÃO

IGC – Instituto Gulbenkian de Ciência

MAIS INFORMAÇÕES

Website – https://diaaberto16.wordpress.com

 

O “Salto” para Crescer no Desenho, como na Vida

A única forma de darmos O “Salto” e Crescermos é sairmos da nossa zona de conforto. Depois de anos a lutar com o desenho humano (uma luta comigo) e de ter sido profundamente influenciada pelo trabalho em desenho e escultura de pessoas com a Monica Cid, saltei para um lugar totalmente desconhecida por causa de uns breves momentos inesquecíveis com a Inma Serrano

Mas ninguém sai da zona de conforto sem por lá passar muitas horas. Não acredito nisso… Este exemplo serve para o desenho e para a pintura como serve para tudo na Vida. Não acham?

WS-ISerrano-28Mar2015 - Rita Care (2) - 400
Desenho produzido em sessão com Inma Serrano
WS-ISerrano-28Mar2015 - Rita Care (3) - 400
Desenho produzido em sessão com Inma Serrano