Newsletter | Cães, esploradores da Vida e do Mundo, Árvores, Egipto…

Cães, esploradores da Vida e do Mundo, Árvores, Egipto na Nacional Geographic, a Orquestra na RTP2, Agenda Acessível da Acesso Cultura e Wagner da Focinhos e Bigodes
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Newsletter | Ler com lego, Origami, Mickey feio…

Estive de férias e, em vez de ver séries umas atrás das outras, viajei através de podcasts, dormi, fiz turismo com ajuda do Goole Arts & Culture refastelada no sofá, … criei esta newsletter e… ainda não acabei de pensar nisso!

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Funcionário colonial, Mali – MNEtnologia

A Felicidade do difícil e o desapontamento por afinal não ser o D. Quixote… perdi o romantismo do desenho a meio…

A Felicidade e a Tristeza de usufruir da possibilidade de limpar o chão esticando-me por ali e de um museu às moscas…

Museu Nacional de Etnologia by Rita Caré 2019

Preferia não ter o Museu Nacional de Etnologia às moscas e ficar inibida com a curiosidade dos visitantes pelos rabiscos que fazemos… Este Museu é dos preferidos dos sketchers, porque os seus objectos parecem mágicos, saídos de contos de fadas em terras longínquas. É muito intimista e poético.

Tudo isto se passou num dos últimos encontros do FotoSketchers 2 Linhas no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa.

Newsletter | Ainda não acabei de pensar nisso…

Já fazia sentido a criação desta newsletter há muito muito muito… muito tempo. Não sei se será como um diário online, espelho dos meus pensamentos, desenhados ou não, e das minhas reflexões oriundas do que leio, do que oiço, do que encontro por aí.

Ler o número inaugural


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Se é um Sketch é um Rabisco, não é um Desenho…

Cada um é livre para fazer o que lhe apetece nos encontros de Urban Sketching, mas há quem vá para estar ali horas a desenhar o mesmo objecto/vista/perspectiva na mesma mesma dupla página ou na mesma folha de papel, a criar desenhos super-hiper detalhados…

Definição de Sketch na Wikipedia

Sketch traduz-se esquisso, ou seja, um Rabisco. Um Sketch não é um Desenho, porque é suposto ser um preliminar e não um Desenho em si, ou seja, terminado.

Do meu ponto de vista um encontro de Urban Sketchers é para nos descontrair, rabiscar, dizer imensos disparates, comer calorias, apanhar sol, divertir, manter a mente saudável… Também podemos tirar fotografias uns aos outros para mais tarde recordar (se calhar talvez devêssemos tirar muito mais fotografias do que tiramos…)… digo eu, provocadora como sou, deixo aqui os meus pensamentos que me vieram à mente, porque descobri hoje a definição de Sketch” na Wikipedia.

Um Sketch pode ser uma obra de arte? Claro! Do meu ponto de vista, claro. E pergunto, o que é uma Obra de Arte? Sim…? O que é isso?

Já respondi ALI há muitos anos e não mudei de opinião.

Sobre o que é Urban Sketching e o que não é… ou supostamente… ou assim…

Para Adopção Responsável | Rabiscos com cães no canil do Seixal

Caes-Croacs-Seixal-L1B_Out2018_Por Rita Care (1)

A L1B em parceria com o Pelouro da Segurança Alimentar e Bem-Estar Animal da Câmara Municipal do Seixal organizaram uma actividade de urban sketching no espaço do canil e gatil municipal e lá fomos rabiscar, em missão, para a promover a adopção responsável.

O Xico morreu com leucemia com menos de 5 anos. Isso aconteceu em 2011 ou 2012. O Xico foi um dos Amores da minha vida e tive um grande desgosto, porque a Vida o levou cedo demais. Estive cerca de 7 anos a viver sem a companhia canina. Essa ausência permitiu-me fazer outras coisas, muitas coisas, muitas… Tantas que não quis ouvir o meu coração a chamar por outro cão. Mas, finalmente na Páscoa de 2018, não pude mais deixar de ouvir. Então, uma semana depois chegou o Tomé. Depois do Tomé veio o Boris, apenas por umas horas, e depois veio o Pipo, que ficou apenas três dias. As histórias do Boris e do Pipo tiveram finais felizes comigo. Imagino que outros Boris, outros Pipos, outras Guidas venham por instantes e lhes dê um feliz destino… O meio coração não poderá mais conseguir não ir buscar uma trela a correr para não os deixar partir sem orientação na vida.

Aprendi as minhas lições… espero. Aprendi que não devo mais viver sem cão e que já não tenho capacidade física, mas sobretudo emocional para educar uma criança canina, como o Pipo. Prefiro adaptar-me as necessidades muito relevantes de um cão de meia idade, que pode trazer muitos problemas emocionais consigo (incluindo agressividade), do que andar a fazer 3 máquinas de roupa por dia, por causa de xixis e cocós pelos tapetes e assim.

Por favor adopte, mas apenas se tiver bem consciente que levará consigo um novo amigo com uma história de vida, que pode ter sido extremamente difícil. Tenha consciência de que custará muitos euros de diversas formas. Por favor, adopte com responsabilidade.  Trate de todas as formalidades legais relacionadas com a adoptação, cuide da alimentação, da saúde e nunca abandone a criatura. Não se esqueça de lhe pôr o chip e da plaquinha metálica na coleira com o nome dele(a) e um, ou mais do que um, nº telemóvel (a plaquinha é uma peça absolutamente fundamental). Não deixe os seus animais caminharem sozinhos na rua.

Apanhe sempre os dejectos pela saúde do seu animal, das crianças e da sua. E porque os passeios são um nojo em Portugal. Cada um tem o seu papel. Cumpra-o!

Tenha muita paciência com os cães seus vizinhos que ladram e uivam com saudades dos donos na sua ausência. Seja muito paciente. Os cães têm emoções, sentimentos e memórias. Cada um é diferente do outro. Todos têm a sua própria personalidade. Não existe um cão igual. Os cães foram criados pelo homem há milhares de anos. Eles foram criados à nossa imagem e semelhança. Olhe bem para a expressão do seu pequeno. É fácil perceber se está, ou não, feliz. Os olhos deles também sorriem :)

Estou perdida de amores pelo Tomé, mas o Xico está sempre comigo. Quase todos os dias me lembro dele. Também me lembro-me muitas vezes do Bartolomeu, do Xanax, do Skakeaspeare, da Guida, da maluca da Rusky (ela roía pedras e mamou no meu cabelo quando a salvei com apenas 20 dias…) e de tantos outros. Ao longo dos últimos 37 anos, partilhei a vida com mais de trinta cães e cadelas, em alguns momentos foram cinco em simultâneo, todos a vivermos no campo, onde cheira a verde e a fumo de lareira. Agora não tenho lareira, mas tenho o Tomé. Deixo o Tomé fazer o que nunca antes deixara, ele dorme comigo na manta dele, em cima do meu edredon, e entra na cozinha. O Tomé é o único verdadeiro cão de guarda que tive. Precisa desesperadamente de me guardar quando estou em casa e então, depois de muitos meses de aprendizagem, eu aprendi que tinha que o deixar estar sempre comigo ao meu lado e a ver-me.

Na CROACS, no Seixal, existe um canil e gatil, no qual existem cães e gatos aguardando uma segunda oportunidade de Vida. Todos os meses existe uma acção de rua, na qual poderá visitar alguns desses animais e conversar com profissionais e voluntários que dão orientações sobre Adoptar de forma responsável.

Apontamentos Desenhados do meu Perfil Profissional e não só…

Os Rabiscos de Ideias entraram na minha vida há quase dois anos. Um belo dia pûs-me a pesquisar informação sobre infografias. E de repente fui dar com o Doug Neill e o seu projecto “Verbal To Visual”, que é cada vez mais uma escola internacional de Rabiscos de Ideias. A minha história Verbal To Visual continua em baixo.

Depois desse tempo nas andanças dos rabiscos de ideias, apareceu a oportunidade de conhecer muitos dos sketchnoters que sigo na Internet. Onde? Em casa! Em Lisboa, durante o SketchNote Camp 2018! :D

Essa conferência pode ser seguida nas várias redes sociais através das hashtags: #isc18lx e/ou #ISC18LX

Tal como diz o Doug Neil, “Let’s give it a try to #SketchNotes“.

Os inscritos foram convidados a enviarem o seu perfil para o livro da conferência. E daí surgiu este Rabisco de Ideias da minha vida profissional e académica até Setembro de 2018.

I’m Rita Caré, my nickname  is @ritacarepapiro at Facebook, Twitter  & Instagram  and my favourite hashtag is #RabiscarIdeias

Rabiscos de Ideias - Perfil de Rita Care - Set 2018 - Comunicacao Ciencia - SciComm

Identifiquei-me imediatamente com o Doug Neill do Verbal To Visual, porque para além de explorar o desenho de uma forma totalmente diferente da minha, ele tem formação científica. Foi um professor frustrado com o sistema norte americano do ensino básico e secundário. Então, pôs as mãos na massa e ao longo dos últimos cinco anos montou uma escola deste tipo de desenho que explora os conceitos (conhecido por sketchnotes, visualnotes, rabiscos de ideias, apontamentos desenhados, pensamento visual ou reportagem gráfica, etc…).

O Doug produz os seus materiais para todos, mas tem uma tendência muito grande para ir de encontro às necessidades que os professores têm (embora a maioria nem sequer saiba disso) e para os incentivar a utilizar esta ferramenta com os seus alunos.

Imaginem isto no contexto mítico e terrível de que se estamos a desenhar é porque não estamos atentos e de que “eu não sei desenhar nem nunca saberei”.

Bom, perante isto decidi criar o blog Papiro Gráfico – que ando a ameaçar há meses passar totalmente para este, o blog Papiro papirus. Os meus rabiscos de ideias e os posts desse “outro” blog gráfico estão já por aqui meio desarrumados sob as categoria Papiro Gráfico e Reportagem Desenhada.

Se tem interesse em conhecer as minhas histórias de vida, pode ler o meu resumo e o meu perfil escrito por Carolina Lobão Figueira.

Papiro papirus, porque… | Facebook sempre a inventar…

Agora há uma caixinha lateral nas páginas do Facebook, nova, claro! Somos convidados a  preenchê-la… Diz que fica tudo muito mais eficiente, mas o que uma pessoa sente é que o sistema vai de mal a pior…

Mas pensamentos +++ e o lado bom da coisa é que estimulou o exercício de reflexão pela escrita de outra maneira (há sempre muitas) sobre o que é isto do Papiro papirus e do que é que tenho andado para aqui a fazer…

PapiroFacebook

Papiro papirus, porque…
  • Anseio por me tornar melhor contadora de histórias e de ideias com palavras e imagens.
  • Sou comunicadora de cultura e ciência e passo o dia a criar e a gerir a divulgação de conteúdos sobre estes temas.
  • Sou ilustradora sempre que posso ao nivel profissional para complementar a informação que divulgo.
  • Desenho muito, porque o meu corpo e a minha mente precisam. Aprendi a fazê-lo com algumas das pessoas mais marcantes da minha vida. Adoro Ensinar a desenhar sempre que consigo um tempo extra e aparece quem queira vir aprender.

Um mês, um mês muito difícil, UM RECOMEÇO

Rita Care - 1 Mes - Dez2017-Jan2018 (1)

Desde o Verão de 2017, a vida tem sido muito difícil, porque o corpo estava gravemente doente desde há muito mais tempo. Contudo, em Junho de 2017 tornou-se insuportável. A recuperação contínua e não sei se alguma vez mais saberei o que é viver sem Dores. Mas desde há muitos anos, por causa das enxaquecas devido a crises terríveis de sinusite e rinite não deixo que o meu corpo comande o que quero muito fazer. Pelo menos tento. Não é uma vontade racional. É a minha mente que manda mais do que eu. Sei lá, se calhar é o instinto de sobrevivência. Às vezes tenho de racionalmente obrigar-me a ficar parada do corpo e também da cabeça, somente a olhar para uma parede branca, para o mar, para um relvado, para as flores…

Este caderno foi produzido pela Marilisa Mesquita, com grande carinho e  propositadamente para a “viagem” que ambas sabíamos que eu ia ter que fazer. É A6 e não é um “Caderno” clássico, mas em harmónia, concebido para ser leve, mas para pintar aguarela se me apetecesse. Ela produziu 4 destes cadernos muito compridos.

Clicar para ver as imagens em sistema de carrossel
e na setas para avançar ou para voltar atrás

 

Estes desenhos foram feitos no espaço de um mês, de Dezembro de 2017 a Janeiro de 2018. Do primeiro desenho ao segundo há um intervalo de três semanas… Tem de tudo, desde urban sketching (desenho de observação no local), sketchnoting (rabiscos de ideias) a desenho por fotografia e a desenho de memória, a aguarela, lápis de cor e guache. O primeiro desenho foi feito no quarto do hospital, antes da cirurgia, e os restantes foram feitos em Vila Franca de Xira, em casa da família ou na rua.

Este é um caderno muito importante, porque marca um tempo de RENOVAÇãO. A vida jamais será a mesma. Terá que ser LENTA e LEVE. Mas esta viagem tem sido feita sempre acompanhada por Família e Amigos muito queridos que, ao longo dos dias e através das incríveis tecnologias para smartphone não me deixaram esmurecer,  trazendo-me para cima nos dias mais dolorosos.  Essas pessoas sabem quem são :)

Estou a reeinventar-me e isso é mesmo muito bom. Sentia há muito que tinha que mudar e não sabia por onde ir. A vida aponta-me caminhos aqui e ali e vou estando atenta e tomando as minhas decisões consoante as oportunidades que surgem. Estou viva e caminho. Agora parece mesmo um milagre criado pela alta tecnologia e conhecimento médico. Há 5 ou 10 anos atrás talvez estivesse numa cadeira de rodas. É brutal, não é? É, mas eu estou mesmo viva e aqui a andar pela rua e a emagrecer muito para melhorar lentamente o meu Viver. É a terceira vez que a Medicina me salva a vida em 41 anos. Obrigada Deus por inventares as mãos, o desenho, a escrita, o cérebro humano e a Medicina e a Tecnologia do séc. XXI.

Durante aquele mês, deitada na cama a olhar para o tecto imaginei o projecto Salto Virtual (#VirtualJumpSketch). Demorei quase três meses a pô-lo em prática, mas pûs e estou muito orgulhosa de todos os que nele têm participado. É incrível o grande Salto que deram na sua forma de desenhar!

Este post é publicado, por acaso, noutro dia (5 de Abril de 2018) muito marcante e espero que seja o primeiro dia de uma viagem extraordinária que, se correr bem, será partilhada nos próximos tempos.

Pensamentos +++

A Miúda dos Abraços regressou Reformulada para Abraçar a Vida a Sorrir

Rita Caré, 41 anos

 

 

 

 

 

Quando o Prémio de outros é um marco de Vida

Este post é capaz de ser uma seca… e lamechas, mas revelador da minha vivência e também dos últimos meses muito dificeis. Nasce do exemplo do último post “Não passei (2)” da Karina Kushnir, que aborda acontecimentos que nos atiram ao tapete, mas que nos fazem erguer maiores do que nós próprios. Também nasce do marco que o desenho de ontem tem na minha Vida. De certeza que querem ler mais?

Estive na cerimónia do Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples, depois de ter saído de uma consulta com o neurocirurgião. Vou andando devagarinho e vou andando, após mega-cirurgia à coluna por causa de uma hérnia discal que nada teve de simples, agravada pelo facto de ter nascido sem uma vértebra – comigo tinha que ser complicadinho… Ando em recuperação há três meses e hei-de andar. Andar, reparem na palavra! Felizmente encontro-me a Andar!! Pensamentos +++

Bom, vamos mas é ao Prémio! Então, lá estive num ambiente informal e abraçado, tal como já começa a ser hábito nos eventos da Acesso Cultura, da qual sou fã. Reparem nas palavras: Acesso, Acessibilidade e Cultura. Isso! Mais de Pensamentos +++

A Acessibilidade importa-me (mesmo que não soubesse disso assim por estas palavras)  desde que, com seis anos e meio, a minha mãe me levou a enfrentar a dura realidade de pessoas consideradas nessa época como deficientes profundas, ou seja, com limitações muito graves ao nível físico e/ou intelectual. Já se devem estar a perguntar sobre os motivos desta decisão. Foi para me fazer reagir, levando um duro e mega-abanão emocional. Fiquei sem conseguir Andar, após ter estado duas semanas hospitalizada em coma/semi-coma e a recompor-me de duas doenças gravíssimas (a segunda consequência da primeira) que ceifam quase sempre a vida dos adultos, quanto mais as das crianças que delas padecem: miningite e septicémia. Não havia qualquer explicação racional para ter deixado de conseguir manter-me de pé e dar um passo atrás do outro. Então a resposta deveria estar nas emoções… e a minha mãe levou-me ao local onde fizera estágio profissional com aquelas pessoas. Passei lá umas horas, estive com uma fisoterapeuta e saí de lá a Andar novamente e abanada para sempre com um novo olhar para a coisa que é Viver.

Desde então, já lá vão 34 anos, nunca mais Parei… dentro da cabeça pelo menos! Tenho uma louca fobia de estar sem fazer nada… Isso é um desperdício de tempo acha a minha mente. Coitado do meu corpo! Imaginem que estive dois meses na cama a olhar para o tecto… a ter sobretudo pensamentos negativos e ideias parvas. Inventei o Salto Virtual que logo se verá o que vai dar…

Foca-te, concentra-te, Rita! O Prémio! Tem como objectivo chamar a atenção para a necessidade de clareza da linguagem escrita para promover Acessibilidade Intelectual às pessoas que desejam usufruir da Cultura. A Clareza, esse monstro com que luto diariamente, tanto ao nível profissional como pessoal! Este post é exemplo disto mesmo. Clareza e emoções no mesmo texto… está bem, está!

Cerimonia_Premio LS AC_13mar2018_Por_Rita Care_cores_1200

Lá estive muito orgulhosa de fazer um bocadinho parte da Acesso Cultura e desejosa de contribuir. Fui sem saber se conseguiria mesmo lá estar, quanto mais fazer um desenho de pessoas! Fui sem expectativas. Logo se veria o desenrolar dos acontecimentos no meu corpo, que de vez em quando ainda fica extenuado mesmo com esforço mínimo. Mas meti o caderno e a caneta na mala antes de sair de casa. Talvez inspirada pela relevância deste Prémio desenhei em público e desenhei pessoas! Consegui e percebi assim que regressei oficialmente à minha vida activa, mesmo que ela tenha de ser o mais leve e lenta possível… para sempre.

Parabéns ao Museu da Presidência pelo Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples e à Formas Efémeras (que nome tão giro!) pela Menção Honrosa. Obrigada aos Membros do Júri, que tiveram uma clara trabalheira, ao Teatro Nacional D. Maria II, a todos os que tornaram este evento possível e à Acesso Cultura.

Desenho_PremioACLS_PorRitaCare_FotoPorMariaVlachou

Maria Vlachou, obrigada por teres tirado esta foto com o meu caderninho abraçado por mãos! Fiquei muito emocionada!