SketchNotes Challenge: Project Planning

I finally decided to buy a new small tablet with the specific purpose of producing digital drawings. To practice and being motived I’ve participated on the September SketchNote Challenge of the SketchNote Hangout Project, coordinated by Makayla Lewis. This challenge was focused on Project Planning which is one of my favourite areas of study.

Sketchnotes, SNChallenge, SNHangout, Project Planning, Project Manager, Rita Caré, Makayla Lewis

I’ve been participating in the SNChallenges for more than 1 year. It usually take about 1h – 1h30 to fill in, but this time it took me about 6-8 hours to finish

Anyway, it has been a great time of practice. I LIKE it! 
Thank you Makayla for your support and enthusiasm!

If you wish to check my previous Sketchnotes follow my hashtag #rabiscarideias here and on social media. At this blog, follow the link Papiro Gráfico.

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Dos Desenhos e do Lego | Até onde nos vai levar a Curiosidade?

SN - Curiosidade by Rita Care - Out2018

O Dia Aberto do Instituto Gulbenkian de Ciência 2018 teve como desafio aos visitantes a reflexão sobre até onde nos vai levar a Curiosidade?

A Curiosidade é uma das características mais marcantes dos mamíferos, sobretudo dos “grandes”, nos quais cabem os seres humanos.

Acho muito estranho quando percebo que as pessoas não mostram qualquer curiosidade sobre determinado tema relacionado com a sua própria vida prática do dia-a-dia. Já não acho tão estranho que não mostrem qualquer curiosidade pelas actividades e temas que me chamam a atenção…

Tenho muito mais tempo para pensar nas questões que me assolam o pensamento, a todas as horas, do que a maioria das pessoas, porque têm família logo ali e/ou passam o tempo vidradas nas horríveis novelas e telejornais que passam na televisão, tornando-se dormentes aos acontecimentos aos quais estão a assistir.

Os pensamentos e as ideias “assolam-me”, porque me sinto totalmente imersa neles, de tal forma que sinto uma desesperada necessidade de desenhar para os parar dentro de mim.

Lego Clássico, Escultura, Desenho, Rabiscos de Ideias, Florestas, Céu

Reflectindo no exercício de tricotar para manter as mãos ocupadas e por sua vez também a mente, lembrei-me de comprar uma caixa de Lego Clássico para esculpir peças abstractas, tendo a certeza que dessa forma conseguiria ocupar o cérebro através do uso das mãos, tal como o fiz durante muito tempo com as aguadas abstractas de aguarela.

Are you curious? É curiosa? É curioso?

Foi assim que chamei a atenção dos FotoSketchers 2 Linhas para os desafiar a aprender coisas novas e o interessante que se faz no Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, no passado dia 13 de Outubro.

Rabiscos Digitais: Mais uma tentativa para ficar…

Passar um fim-de-semana de meias e com rabiscos no quentinho, a fingir que se tem 5 anos, convivendo com a Alice é muito abraçado. Aprender com  Alice também, porque nenhuma criança de 5 anos sem pré-aviso tem medo de agarrar num tablet a sério e explorar as ferramentas sem dificuldade nenhuma. Parecem eles que já vêm com chip instalado…

Titá muito favorecida…
Não se deixem enganar isto é um avião…

Não tenho problema nenhum de a sentar ao meu lado e passar-lhe uma fortuna para a mão, desde que esteja de olho. A Alice é uma criança sossegadinha e que adora rabiscar como todas as crianças. A facilidade com que usou a caneta digital Surface, pesada, foi incrível. Mesmo muito. E aprendi tanto, porque a Alice não teve os medos adultos de estragar a ponta e por isso fez a pressão intuitiva para criar traços largos! Levou o precioso objecto ao limite, coisa que eu demoraria muito tempo a fazer. 

digital sketches, sn challenge, sn hangout, Rita Caré

Entretanto, quando fiquei a sós com a tecnologia atirei-me para os exercícios SN_Challenge do projecto SN_Hangout da Makayla Lewis para me motivar a não desistir das minhas explorações. Estes rabiscos, que significam metade do desafio, demoraram 3 horas a criar. Com materiais clássicos demoro 1 a 1h30 acumprir o desafio, dependendo da dificuldade do tópico proposto. Chegarei lá no digital :)

Qual é o programa utilizado… Não digo. Mas deixo a dica que deixo sempre para os materiais clássicos. Se querem saber do que gostam e querem usar têm que experimentar tudo o que vos aparece disponível. 

1ª Reportagem Gráfica com Ciência | Peixes também precisam de amigos!

1ª Reportagem Gráfica com Ciência
Os Peixes também precisam de amigos!

Ler Comunicado do IGC – PT Read IGC Press Release – ENG

Equipa de cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência, do ISPA – Instituto Universitário, e da Fundação Champalimaud, demonstraram que os peixes-zebra precisam de suporte social para ultrapassarem situações adversas. Ou seja, os peixes-zebra precisam de amigos para viverem a vida com maior qualidade quando se vêem perante alguma ameaça.

Esta investigação sugere que a espécie de peixe-zebra é assim um modelo biológico de eleição para estudar comportamentos sociais e os mecanismos neurais subjacentes.

Ana Faustino explicou que “Apesar do comportamento de suporte social do peixe-zebra não ter a complexidade do suporte social verificado em humanos, a investigação em peixe-zebra vai permitir-nos explorar em profundidade os mecanismos neurais envolvidos neste comportamento social tão central para o bem-estar e saúde mental humana, nomeadamente pela relevância que assume em determinadas doenças psicológicas, como é o caso da depressão”.

O artigo científico no qual este tema foi explorado está publicado na revista Scientific Reports.

Ler o comunicado de imprensa completo do IGC em Português.
Read the full version of IGC press release in English.

Reflexão / Auto-crítica:

  • Esta reportagem não demorou muito tempo a criar, porque o comunicado do IGC explica muito bem os pontos chave relacionados com a investigação, o que permitiu que a estrutura desta reportagem seja bastante simples.
  • Inspirei-me nos peixes da aguarela publicada com o comunicado, que é belissima.
  • Preciso de continuar a praticar, a praticar, a praticar a escrita à mão, que no tablet ainda é um desafio maior.
  • Estou muito feliz com esta reportagem gráfica! :D

NOTA ADICIONAL

Esta imagem teve mais de 3000 visualizações na minha Página do Facebook em poucas horas, após o IGC a ter partilhado na sua própria página. Isso foi muito motivador para mim e por isso considero os Rabiscos de Ideias cada vez mais importantes para mim e para quem os pratica e divulga.

Reportagem Gráfica - Os Peixes também precisam de Amigos
Reportagem Gráfica – Os Peixes também precisam de Amigos

Participação em projecto Sketchnoting in Therapy #Sketchnote4Good

#Sketchnote4Goodv

Participei com Rabiscos de Ideias no guia de dicas sobre #RabiscarIdeias em Terapia para a Child and Adolescent Mental Health (Austrália).

Icon & Sketchnote Challenge October 2017 Edition ‘Sketchnoting in Therapy’ #Sketchnote4Good

Conteúdos:

  • Pag. 1 Child and Adolescent Mental Health icons
  • Pag. 2 ‘Enjoy a mindful practice’ sketchnote exercise
  • Pag. 3 Tips for using SNchallenge in therapy and three examples of completed page 1 icons

Este guia faz parte do projecto Sketchnote Hangout, coordenado pela Makayla Lewis

Download do guia do mês de Outubro de 2017
Este guia específico é GRATUITO

Novo Logo | Define-te Rita… – Prefiro desenhar-me…

Logo – Papiro Gráfico | Ainda não acabei de pensar nisso…

Fui entrevistada por uma aluna do Mestrado de Comunicação de Ciência, para a disciplina de Jornalismo de Ciência e Tecnologia. A Carolina Figueira tem que escrever o meu perfil. Estivemos bastante tempo à conversa sobre o meu passado, o que tenho feito na Vida por aí. Ela vai falar com algumas pessoas muito importantes da minha vida pessoal e profissional para compor o seu trabalho.

Durante a entrevista, a Carolina pediu-me para eu me definir. Respondi-lhe que preferia desenhar-me! Fiz um desenho muito à pressa e muito feio no caderno dela. Vim para casa pensar nisso e hoje de manhã criei este desenho digital que é o novo logo para o meu novo projecto Papiro Gráfico – Pensamento Visual de Ideias, que tem andado ainda mais quieto do que o Papiro papirus , mas isso vai mudar em breve.

NOTA – Este texto foi publicado em 11 de Janeiro de 2018, Dia Mundial dos Rabiscos de Ideias (World SketchNote Day), apesar de ter sido publicado em 27 de Novembro de 2017.

Vídeo | Desenhemos! Para comunicar, educar/aprender e ter saúde

Neste vídeo o cartoonista Jorge Arranz encoraja-nos a desenhar mesmo que não sejamos necessariamente artistas. Explica porque devemos ser educados a desenhar, tal como a falar e a escrever. E anda defende que o desenho faz bem à saúde e ajuda a recuperá-la.

VALORES DO DESENHO

1 – Comunicar
2 – Educar / Aprender
3 – Terapia / Melhorar a saúde

Já venho… de Bruxelas

 

Rita Care - Aeroporto Lisboa - Tap - 16mai2017
Rabiscos à espera… não bastou inventar as rodas de trás, esqueci-me das da frente…

Rabisquei em terra e pintei a voar.

Rita Care - Pt - Belgium - 15mai2017
Está um caloraço em Bruxelas!! Nada de chuva…

 

Reportagem Gráfica | Conversas sobre o Indizível nos Museus

Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré
Conversas sobre o Indizível nos Museus | Reportagem Desenhada por Rita Caré

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Reportagem Desenhada Conversas sobre o Indizível nos Museus | Publicado em XZibit Art |

Como se diz o indizível nas exposições e nas colecções de museus? Que histórias são essas? O que fica por dizer? Pode-se ou deve-se dizer tudo sobre um objecto ou sobre uma personalidade histórica? Que abordagens são utilizadas para contar o indizível? Estas eram algumas das questões que pairavam no início dmais recente debate da Acesso Cultura, organizado no Museu do Dinheiro, no passado dia 18 de Abril de 2017.

A Acesso Cultura quis assim lançar a reflexão sobre o tema escolhido para o Dia Internacional dos Museus a celebrar-se um mês depois, em 18 de Maio: “Museus e histórias contestadas: dizer o indizível em museus”.

Ao longo da conversa, animada e em tom informal, participaram convidados de alguns museus Portugueses: Clara Vaz Pinto e Xénia Ribeiro do Museu Nacional do Traje; José Pedro Sousa Dias do Museu Nacional de História Natural e de Ciência; Luís Farinha do Museu do Aljube; Maria José Machado Santos e Marta Guerreiro do Museu da Marioneta; e Sara Barriga do Museu do Dinheiro. O debate foi moderado por Ana Rita Canavarro, Museóloga.

Luís Farinha destacou que o indizível no Museu do Aljube – Resistência e Liberdade é, por exemplo, o silenciamento e o secretismo das histórias de humilhação, clandestinas e abstractas de presos políticos da época da Ditadura Salazarista e que ainda estão vivas. Neste museu o indizível é explorado, por exemplo, através de conversas e visitas guiadas.

No Museu da Marioneta existe uma grande dificuldade em expor os objectos, pois as marionetas são construídas para serem utilizadas por actores facilitadores dos seus movimentos e em contexto de peças de teatro ou performances, explicou Marta Guerreiro. Expor uma marioneta pode ser visto como um contra-senso em relação à sua natureza, não devendo ser exposta como um ser inanimado.

Indizível é também a dificuldade dos museus em comunicar com os visitantes em exposições sobre temas científicos, chamou a atenção José Pedro Dias. Ainda neste contexto, Luís Farinha destacou a dificuldade em fazer compreender aos visitantes a violência física e emocional sentida pelos presos políticos.

Alguns dos convidados defenderam a necessidade dos museus tomarem uma posição, ou seja, de não serem neutros em relação a temas específicos, e também de criarem desconforto nos visitantes, abordando memórias e conflitos dolorosos. Consideraram ainda que os museus podem contribuir para a compreensão mútua e para a reconciliação, mesmo que não criem consensos.

Questionada sobre qual a relevância de “dizer o indizível” do ponto de vista da Acesso Cultura, Maria Vlachou (Directora Executiva) destacou que “É mesmo uma questão de relevância: a relevância dos museus para as pessoas. Cada história que não se diz é uma pessoa a quem não é dado reconhecimento. Esta questão do indizível diz respeito a vários aspectos do trabalho dos museus: às suas colecções, ao que lá está e não está, ao que se mostra e não se mostra, à forma como se interpreta cada objecto, ao perigo das “histórias únicas” (no sentido das versões únicas), às relações que se criam ou não se criam com as pessoas, ao seu envolvimento ou à sua exclusão.”.

A Acesso Cultura é uma associação sem fins lucrativos que tem como missão a melhoria das condições de acesso – físico, social, intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural. Maria Vlachou acrescentou ainda: “Não há condições de criar acesso se não se procura ser relevante na vida das pessoas. Se não se for relevante, podemos muito bem perguntar: Acesso a quê? Para quê?”.

A sessão foi traduzida em Língua Gestual Portuguesa por Maria José Almeida, com o apoio da Escola Superior de Educação de Setúbal. Desenho e texto: Rita Caré Publicado originalmente em XZibit Art 

NOTA O resumo deste debate, que aconteceu em diferentes cidades em simultâneo, está disponível AQUI

Qual é coisa qual é ela…?

Rita Care - Sketchnote 1 Idea - 28Apr2017 - 1200

Qual é coisa qual é ela que estou a perguntar? E qual é a resposta?

Qual é a maior invenção da Humanidade? A Expressão Simbólica!

Aqui está uma segunda proposta.

Rita Care - Sketchnote 1 Idea - VtV -v2 2017 - 1200

Proposta de Doug Neill | Webinar do Verbal To Visual: Rabiscar uma única Ideia