Pérolas e peripécias: Pessoas em Madrid… em 2014

Tenho dezenas de desenhos para partilhar, não do último mês, mas desde antes do Verão até Dezembro de 2017 e até mais antigos. Estou, por isso, a dar volta a cadernos por terminar para lhes dar uma solução e percebi que não posso meter nenhum na reciclagem. Estão recheados de pérolas como estas aqui que já tinha partilhado, mas volto a fazê-lo, porque as recordações e a revisão das nossas vidas faz parte do que é Viver. Não gostava desses desenhos, porque ainda os acho mesmo muito feios, mas hoje, mais de três anos depois (2014), acho-os adoráveis. Representam o esforço que faço há muito tempo para desenhar pessoas. Representam a confissão de que sou tímida e não estou nada à vontade para desenhar seres humanos que não conheço e muito menos em espaços públicos.

 

Além disso, representam uma viagem muito agradável, apesar dos vários sarilhos em que me vi metida:

  • Primeiro foram umas calças rasgadas que a Isa notou quando saí do carro no aeroporto (felizmente tivemos tempo de ir ao centro comercial mais próximo, porque eu não levava nenhumas alternativas… aprendi essa lição! Levar sempre umas calças adicionais mesmo que seja uma viagem de um só dia);
  • O voo saiu mais de uma hora atrasado e perdi-me duas vezes no metro de Madrid, mas mesmo assim o casal que me alugou o quarto esperou por mim até quase às duas da manhã e ele foi-me buscar à porta do metro (para não se perder mais tempo já se vê…);
  • Conheci esse casal interessantissimo: ela bailarina e ele fotógrafo. Conheceram-se no dia em que ela lhe alugou um quarto no AirB&B, esse sistema que até hoje me deixa quase sempre boas recordações;
  • Fui em trabalho, mas aproveitei cada minuto para visitar Madrid, várias exposições e rabiscar o que pude.
  • Visitei pela primeira vez um museu à noite, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (eu bem vos digo que aproveitei todos os minutos!)
  • Visitei o Museu Arqueológico Nacional de Espanha e adorei. Estaria lá dias a fio…
  • Um dos desenhos que fiz nessa viagem foi muito tempo depois publicado na revista “Sketchers” nº5 dos Urban Sketchers Spain!

Para lerem mais sobre Madrid e a sua grande importância na minha vida visitem ACOLÁ

 

 

 

Explorar a Cerca Velha, Évora

O último encontro dos Évora Sketchers – o 41º, realizado pelos ÉSk e desta feita a convite do projecto “(a)Riscar o Património“- foi uma lufada de ar fresco, atordoada que ainda estou pelo término de uma das fases mais difíceis da minha vida…

Mas já está resolvido o meu grave problema académico que se arrastava há anos (vulgo entrega e discussão do projecto de mestrado) e fui rabiscar para o Alentejo, região de Portugal que mais gosto, em serenas celebrações com os ÉSk, que é pessoal muito simpático e positivo! Ah e que adora comer e conviver à boa mesa!!

Explorar a Cerca Velha, com um mapa fornecido para o evento, foi como andar a jogar à apanhada: um bocadinho da cerca aqui, outro ali, outro acolá… Divertido, portanto. Houvesse mais tempo…

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Cerca Velha junto ao Largo dos Colegiais
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Torres da Cerca Velha no Largo da Porta de Moura
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Rabiscos para o almoço… ou tentativas de representar alguns ÉSks. Ainda não percebi como consegui que o Vicente ficasse mais semelhante…

Não usava aguarelas há meses, porque o pouco que rabisquei neste último Verão foi a brincar com lápis-de-cor e marcadores. Nem a prática do desenho de edifícios estava afinada. Então demorei um tempão e fiz desenhos preparatórios para perceber formas e proporções. E mesmo assim não ficou como gostaria, mas também faz de conta que ninguém lá estava para ver a realidade ;-)

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1º Aquecimento para rabiscos a sério no inicio do dia…

 

Mais rabiscos e fotografias dos ÉSk AQUI e ALI

 

1 Outubro | Encontro | Rabiscos de Ciência em Zoom, IGC, Oeiras

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RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM 
Diários Gráficos no Dia Aberto
do Instituto Gulbenkian de Ciência

1 Outubro 2016 – 10-17h, Oeiras

 

O Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) abre as suas portas ao público no Dia Aberto do IGC 2016, em 1 de Outubro das 10 às 17h, em Oeiras. Entre muitas outras actividades para todas as idades, todos os interessados – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos – estão convidados a participar no encontro “RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM | DIÁRIOS GRÁFICOS NO DIA ABERTO DO INSTITUTO GULBENKIAN DE CIÊNCIA”, no qual vamos desenhar à vista em pequenos cadernos ao longo do dia.

Não é preciso saber desenhar, basta gostar de o fazer e trazer um pequeno caderno e materiais portáteis  para desenhar e pintar (por exemplo, canetas de feltro, lápis de cor, kit de aguarelas e pincel).

Serão organizadas duas visitas guiadas a laboratórios específicas para os rabiscadores e para as quais é necessária INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA:

A – 11h00 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório
B – 14h30 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório

INSCRIÇÃO

Envie um e-mail para Rita Caré – rita.s.care@gmail.com – indicando o NOME, E-MAIL e TELEMÓVEL e em qual das visitas guiadas prefere participar: A ou B.

PÚBLICO-ALVO – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos

EXPOSIÇÃO ONLINE DOS DESENHOS

Todos os participantes poderão ter até 3 dos seus desenhos expostos online no site do Dia Aberto do IGC 2016.

COMO CHEGAR AO IGC?

O IGC fica a 5 minutos a pé da estação de comboios de Oeiras (linha da CP Lisboa-Cascais). Instruções de chegada AQUI.

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Quando chegar à mesa de informações no IGC, identifique-se como RABISCADOR e irá receber um autocolante/crachá.

– O ponto de encontro dos grupos para as visitas aos laboratórios será nas escadarias do pátio grande central pelas 10h45 e pelas 14h45.

– Haverá uma partilha de cadernos no final da manhã (12h30) e outra à tarde (16.30h) junto às escadarias do pátio grande central.

– Há muito que ver, ouvir e experimentar, das 10 às 17h – Consultar o PROGRAMA de todas as actividades do Dia Aberto do IGC 2016 que está AQUI.

– O bar e a cantina do IGC estarão abertos ao público durante todo o dia.

ORGANIZAÇÃO

IGC – Instituto Gulbenkian de Ciência

MAIS INFORMAÇÕES

Website – https://diaaberto16.wordpress.com

 

O Mar e o Jardim em Cascais e o Lumina

Participei no 1º dos encontros incluído na Semana a Desenhar na Rua, organizado pela Oficina do Desenho nas ruas de Cascais. No nosso percurso parámos no miradouro para a Baía de Cascais, junto à estátua do Rei D. Carlos I e no Parque Marechal Carmona.

Passei o Verão a experimentar materiais que uso pouco: caderno de papel kraft, lápis-de-cor, lápis de pastel branco e canetas de feltro. Ontem fui ainda mais longe e usei esferográficas de cores.

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Desenhei o Rei D. Carlos I já praticamente às escuras e portanto digamos que inventei muito…

Depois arrastei-me por Cascais atraída pelas instalações do Lumina 2016 – Festival de Luz, que está também a acontecer por estes dias. Há peças muito belas de luz fria que nos aquecem a alma.

Vídeo – Urban Sketching por António Procópio

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A propósito da sua exposição de Diários gráficos na Arte Estúdio Imaginário, em Mafra, António Procópio aborda a sua relação com o desenho, o urban sketching ou desenho urbano, desmistifica a capacidade humana para desenhar/observar e fala sobre o movimento internacional de Urban Sketchers. Ver Vídeo no Arte Estúdio Imaginário.

Paris – Reportagem – Museu de Cluny e au revoir!

O Museu de Cluny dedica-se à história medieval.  Visitei-o de pés ensopados pela chuva, que se iniciou neste dia e teve como consequência as cheias históricas em França nos dias seguintes.

As peças de que mais gosto nos museus são quase sempre pequenas e produzidas com materiais “menores”. Nada de ouros, nem tapeçarias gigantes apesar de incríveis, como as que reportam a história da Dama e do Unicórnio, representado ali no marcador de livros.

A peça que mais me impressionou foi este cantil de barro, com uma tira de pele para transportar ao pescoço, dos séc. III-IV. Fiquei muito tempo a olhar para ele e a pensar neste objecto fundamental na vida de um viajante de há tantos séculos atrás, de como seria difícil e perigoso viver, mas em como tudo seria talvez mais “simples”…

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E depois de mais uma salada magnífica no “La Piscine”, voámos de regresso ao fim do dia…Rita Care - Paris (14)

Reportagem – Kendo ao Pormenor

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Devido a doenças típicas da época, aniversários, outros compromissos e tal, partiram em expedição apenas três Foto&Sketchers 2´´ ao Encontro “Kendo ao Pormenor” do Lagar Arte Estúdio Imaginário, em Mafra, organizado pelo António Procópio.

Foi um dia completamente fora do comum e inesquecível, a começar pela sessão de Kendo – para mim uma novidade -, pela realização de um piquenique partilhado dentro do ginásio (não pudemos usar o espaço de churrasco porque chovia lá fora) e uma tarde inteira tão bem passada no extraordinário espaço da Associação Arte Estúdio Imaginário à conversa sobre a história do Kendo (com exposição momentânea de armaduras e armas) e ainda sobre Artes Plásticas e Artes Marciais e sobre técnicas de pintura, desenho e diários gráficos. Estive muito silenciosa – que me soube tão bem -, mas ouvi tudo sobre as Artes: as Belas Artes e as Artes Marciais.

A Arte é tudo o que o ser humano concretiza e mexe com os sentidos de uma forma violenta.
A Arte provoca arrepios, emociona, mexe com as entranhas, seja por motivos negativos ou positivos.
A Arte habita-nos nos extremos. Às vezes irritados, angustiados, revoltados, enojados. Outras vezes felizes e sorridentes, serenos e harmoniosos, humorados…

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Sobre o processo de selecção de 12 fotos em 452 ALI

O “Salto” para Crescer no Desenho, como na Vida

A única forma de darmos O “Salto” e Crescermos é sairmos da nossa zona de conforto. Depois de anos a lutar com o desenho humano (uma luta comigo) e de ter sido profundamente influenciada pelo trabalho em desenho e escultura de pessoas com a Monica Cid, saltei para um lugar totalmente desconhecida por causa de uns breves momentos inesquecíveis com a Inma Serrano

Mas ninguém sai da zona de conforto sem por lá passar muitas horas. Não acredito nisso… Este exemplo serve para o desenho e para a pintura como serve para tudo na Vida. Não acham?

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Desenho produzido em sessão com Inma Serrano
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Desenho produzido em sessão com Inma Serrano

Grande Reportagem Desenhada – Mértola e Arredores ao 5º e 6º dias

A Mina de São Domingos fica a alguns quilómetros de Mértola. É um local do “outro mundo” de terras cor de fogo da Mina destruída pelo abandono, silenciosa.

Na pequena Vila sobressai esta igreja, antiga mesquita, muito branca.

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Ao visitar mais uma vez o posto de turismo encontrei mais uma casa típica, a Casa do Mineiro, e lá a fonte de notícias local. Em trinta minutos ouvi todo o tipo de conversas, desde  casamentos, mortes, saúde ou falta dela, a escola dos miúdos…

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De regresso a Mértola, almocei a melhor refeição num restaurante típico no meio de uma aldeia minúscula, mas muito bem cuidada.

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Antes da despedida fui a tempo de visitar o Núcleo Romano, dentro do edifício da Câmara Municipal. Gosto muito destes núcleos que existem dentro de edifícios de utilidade pública e diária ao cidadão. As peças expostas foram encontradas na reconstrução do edifício após um incêndio.

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No regresso, visitei o Pulo do Lobo, lugar de aves muito raras e que tem uma cascata de água das mais belas de Portugal.

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Grande Reportagem Desenhada – Mértola e arredores no 4º dia

Ao quarto dia chovia em Mértola… Decidi-me então por sair dali e fazer uns quilómetros para ver se encontrava clima mais favorável.

Foi assim que cheguei a Castro Verde, vila que não visitava há quase vinte anos. Estava uma enorme ventania e decidi explorar as indicações de “Museu”. Dei com o Museu da Lucerna que inclui mais de 20 mil lucernas romanas no seu espólio encontradas todas na mesma escavação. Cerca de 300 estão expostas e cada uma é diferente da outra e inclui imagens míticas. A Lucerna com o Pégaso é a “menina dos olhos” do museu, porque foi a primeira a ser encontrada intacta.

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Museu da Lucerna, Castro Verde

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Rotunda homenagem ao Porco Preto, Castro Verde

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 Monumento à Batalha de Ourique, Castro Verde

Grande Reportagem Desenhada – Mértola e arredores do 1º ao 3º dia

Fui “internar-me” em Mértola. Estive lá seis dias em retiro. Podia bem ter estado mais dois ou três. A caminho e quase à chegada a cena que se segue encheu-me de bons pensamentos e bom humor.

Rita Care - Mertola-Dia1- 23abr2015

É com bichos que se entra em Mértola vindo do lado de Beja…

Se não gostas de desenhar animais verdadeiros, porque não param quietos, então a melhor forma de os desenhares é nas rotundas do Alentejo! Esculturas de animais não faltam. Deste lado está uma lebre, coelhos, aves (patos ou parecido), uma perdiz enorme no topo da coluna que não coube no desenho… Do outro lado há um veado e um javali.

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Castelo de Mértola do outro lado do Guadiana

Mértola é uma das “terras” mais giras de Portugal. Para além de tudo o que é possível visitar por lá (quatro monumentos nacionais, por exemplo), há mesmo muito que ver em redor: campos de perder de vista cheios de flores de muitas cores na Primavera, aves raras e muitas aves “normais” (quando era miúda havia programas para salvar as cegonhas-brancas, agora em poucos quilómetros avistam-se dezenas em qualquer estrada do Alentejo), o Guadiana, cascatas, uma mina desactivada, museus e núcleos museológicos aqui e ali, comida boa e pessoas muito simpáticas. Quem for distraído e não reparar nos animais que os há por todos os lados, não lhes pode escapar em algumas rotundas que lhes prestam homenagem.

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Casa típica de Mértola

Este desenho da Casa de Mértola tem um história muito gira. Quando saí da “Casa” – que é dentro do posto de turismo, de caderno aberto ainda a secar, a funcionária exclama: “Ai ainda aí está? Já não me lembrava de si! Mostre lá esse desenho! Tem de ir mostrar este caderno à Pintora Nádia Torres – a oficina dela é perto do Núcleo Islâmico”. Depois mostrou-me os desenhos da Nádia Torres e  de muitos outros autores num livro com ilustrações de Mértola e da sua bela vida selvagem. Prometi passar por lá. Saí e ia pela rua de caderno aberto ainda a secar e vejo um senhor a caminhar na minha direcção a olhar-me muito fixamente. Pára à minha frente e exclama: “Mostre lá o que aí tem? O que anda a fazer?”. Expliquei-lhe que andava rabiscando pela Vila. Não sabia o que é isso do Urban Sketching, mas depois de me explicar ser arqueólogo em Mértola (Cláudio Torres) recomendou-me que  fosse à oficina da filha Nádia mostrar o meu caderno.

Eu nem acreditando na coincidência lá fui e mais convicta para cumprir as recomendações. Estivemos as duas à conversa e a Nádia Torres partilhou comigo alguns dos seus diários gráficos. Descobri que já conhecia alguns dos seus desenhos, porque estiveram expostos no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva numa exposição sobre uma viagem à Amazónia do Grupo do Risco.

Há cada coincidência…

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Núcleo Museológico Islâmico

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Escultura no largo da CM de Mértola
e Torre do Relógio (tão aldrabada…)

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Casa dos Gelados
e Lucerna do Museu das Lucernas (já em Castro Verde)

18, 19 e 22 Maio – Desenhar o Fascínio das Plantas em Cadernos no ITQB, Oeiras

Inscrições Abertas!
Rabiscos – Encontro de Diários Gráficos
Desenhar o Fascínio das Plantas em Cadernos no ITQB

Inserido no Programa Internacional de actividades
do Dia Internacional (semana) do Fascínio das Plantas

O Dia Internacional do Fascínio das Plantas (18 de Maio), é uma iniciativa lançada pela EPSO – European Plant Science Organization e promovida em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Fisiologia Vegetal e pelo ITQB-UNL – Instituto de Tecnologia Química e Biológica. Tem como objectivo despertar o maior número de pessoas em todo o mundo, para o verdadeiro fascínio das Plantas, sensibilizando para a importância do seu estudo para melhorar a agricultura e a produção sustentável de alimentos, a horticultura, a silvicultura e a produção de bens não alimentares (papel, madeira, químicos, fármacos e energia), não esquecendo a importância das plantas para a conservação do meio ambiente.

Fascinio Plantas - Rabisco - Rita Caré - 1000

OPÇÕES À ESCOLHA (18, 19 ou 22 de Maio)

18 MAIO

10h45 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h – Conversa Fascinante – “O Fascínio das Pastagens: o animal faz a pastagem ou a pastagem faz o animal?” com investigador jubilado David Crespo, Presidente da Fertiprado (ex-consultor da FAO – “Food and Agriculture Organization” das Nações Unidas) – O fascínio das pastagens resulta não só da diversidade da sua composição mas também da sua funcionalidade e da sua capacidade para manter ecossistemas estáveis. Através de alguns exemplos, mostramos como as plantas desempenham um importante papel nas pastagens.
12h – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia plantas e conversa com investigadores
13h40 – Visita a estufas de plantas no topo do edifício do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h20 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

19 MAIO

10h45 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h – Conversa Fascinante “Plantas, Mitos, Fabulações e Realidades” com investigador jubilado Jorge Paiva, Dep. Botânica, Centro de Ecologia Funcional, Universidade de Coimbra – Desde os primórdios dos tempos que o Homem utiliza as plantas em seu proveito e, com essa prática, aprendeu muito com a Natureza. Através de histórias e mitos, desvendamos a realidade de algumas utilizações tradicionais das plantas através dos séculos.
12h – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia de plantas e conversa com investigadores
13h40 – Visita a estufas no topo do edíficio do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h20 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

22 MAIO

11h15 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h30h – Conversa Fascinante – “Folha a folha, se chega à rolha” com investigador jubilado Silas Pêgo (melhorador de milho, ex-consultor da FAO) – Num paralelismo com o popular “grão a grão enche a galinha o papo”, chama-se a atenção para outro paralelismo entre a “folha” vegetal e os “pulmões” dos animais, não só como essenciais à vida, mas também como elementos da linguagem das plantas, ao longo do seu ciclo vital, em que as pequenas coisas nos podem conduzir às maiores elevações do espírito humano a exigir uma celebração poética.
12h30 – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h30 – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia plantas e conversa com investigadores
14h10 – Visita a estufas no topo do edíficio do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h50 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

DESAFIOS de DESENHO – Os participantes serão desafiados a cumprirem um exercício (não obrigatório) em cada actividade. Para estes desafios não é preciso saber desenhar, basta gostar de o fazer. Os participantes serão apoiados por: Rita Caré (Bióloga, coordenadora do gabinete de comunicação do CiB, com experiência em desenho e ilustração científica em diários gráficos desde 1999 e Urban Sketcher Portugal) e José Ricardo Salvado – Biólogo, investigador do ITQB-UNL e aluno do programa doutoral “Plants for Life”, com experiência em ilustração científica, desenho criativo e aguarela em diários gráficos desde 2004).

OFERTA – Cada participante irá receber um caderno A6 Emílio Braga  e uma caneta Muji. Estarão disponíveis kits de aguarela de gama infantil para colorir os desenhos.

EXPOSIÇÕES –  Os desenhos produzidos neste encontro serão reunidos numa exposição online e poderão vir a ser reunidos numa exposição física nas instalações do ITQB.

INSCRIÇÕES – As inscrições são OBRIGATÓRIAS e limitadas a 5 participantes por dia.
– Cada participante deve enviar a sua inscrição com dados pessoais (nome + e-mail + telemóvel + nº cartão do cidadão ou nº carta de condução) e indicar a ordem de preferência em termos de dias (cada participante só poderá participar num dos dias).
– Cada participante deverá usar obrigatoriamente uma placa identificadora (que será fornecida) enquanto permanecer nas instalações do ITQB.
– O contacto para inscrição é cib.gabcomunicacao@gmail.com

LOCALIZAÇÃO – COMO CHEGAR? 
– ITQB-UNL – Antiga Estação Agronómica Nacional Quinta do Marquês, Oeiras (entrada pelo portão da Avenida da República, Nova Oeiras).
–  A 10 minutos a pé da Estação de Comboios de Oeiras (linha Cais do Sodré-Cascais – viagem dura 20-25min)
– Viagem de carro pela A5 – Sair na saída “Carcavelos” e seguir para Nova Oeiras. Ao passar a segunda rotunda depois da saída da A5 estará na Av. da Republica. Siga em frente. O portão da EAN é no final dessa avenida no lado esquerdo.
– Ver mapas-esquemas aqui: http://www.itqb.unl.pt/contacts/itqb_location#maps
– Coordenadas GPS: Latitude: 38° 41′ 38″ (38.694 N) e Longitude: 9° 19′ 7″ (-9.318 W)

APOIOS 
EPSO – The European Plant Science Organisation
ITQB- Instituto de Tecnologia Química e Biológica
CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, Portugal
Projecto – Papiro papirus – Rabiscos e Aguarelas

MAIS INFORMAÇÕES

No Seixal à descoberta de Lisboa e de novos Rabiscos

Divirto-me sempre muito quando vou ao Seixal participar nos workshops da L1B, orientados pela Manuela e pela a Alice Rolão.

No primeiro desafio proposto “passei-me”. Às vezes sair da zona de conforto tem felizmente resultados irremediáveis =)

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Colecção de bóias e afins na ida de barco

Seixal - L1B - 9Maio2015 - Rita Caré - 1 - 72

4 perfis de Lisboa – Adorei esta experiência.

Seixal - L1B - 9Maio2015 - Rita Caré - 2 - 72

Gosto tanto deste que nem sei! =)

III Encontro “… à sombra…” sem sombra, com frio e cheesecake do Santos

Mas que clima mais desagradável para o III Encontro “Vamos desenhar à sombra do D. José”. Tivemos que fugir porque não íamos preparados para o vento.

Sendo assim rabisquei pouco enquanto estive no Terreiro do Paço, porque também queria era pôr a conversa em dia como também convém. Para compensar um pouco a falta de atenção ao desenho, compus as páginas com esculturas que estão expostas no bar-restaurante Velha Gaiteira, logo depois de me banquetear com um montadito e um cheesecake maravilhoso que só o Santos sabe preparar.


Rita Care - 7.5.2015 - Terreiro Paço - Velha Gaiteira - 72 - 800
Rita Care - 7.5.2015 - Velha Gaiteira - 72 - 800

Fim-de-semana de rabiscos com os USkP em Silves, Algarve

Só agora é que percebi que ainda não tinha publicado aqui os desenhos do Encontro USkP em Silves! Foram imensos, por isso vou publicá-los em formato de apresentação multimédia.

A primeira manhã não foi assim muito do meu agrado… já não besuntava aguarelas assim há anos… não gostei nada do efeito. As horas iam passando e os desenhos foram sendo cada vez mais ao meu gosto, até desenhei várias pessoas – eheheheheheh!!! que felicidade! – até que no dia seguinte gostei mesmo dos meus rabiscos em São Bartolomeu de Messines, sobretudo dos que estão a preto e branco – no local foram feitos a lápis e usei caneta grossa e fina depois.

Nunca tinha desenhado pessoas assim! No almoço do primeiro dia, foi um tal de rabiscar os Urban Sketchers que estavam à minha frente. Por muito estranho que pareça o desenho de que mais gosto é o do Hélio (em desenho-cego), porque finalmente ao fim de horas consegui soltar o traço.

Tive um pouquinho de receio daquele grupo em frente ao mercado, porque eles deram conta que os estava a observar do outro lado da rua… olhavam muito para mim, mas mantiveram-se sossegados lá na vida deles e eu na minha.

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Hélio obrigada por tudo! Um agradecimento especial também à Câmara Municipal de Silves e ao Jorge que tem um caderno cheio de desenhos lindos e escondidos…

Obrigada Filipe por nos conduzires e Obrigada Manuela pelas muitas e importantes tagarelices :D

Foi um fim-de-semana magnífico!

Mais muitos desenhos “Crus”

Enchi 36 páginas do caderno em 1h30… Diz por aí que é o “normal” nas aulas de modelo nas Belas Artes… Mas eu estava um pouco aparvalhada quando olhei para o macinho de folhas gasto do caderno! No principio da sessão custou-me muito a “arrancar”. Partilho estes de que gostei mais. Lá estarei na próxima oportunidade!

Desenho Cru - Rita Care - Maio 2015 - 1

Desenho Cru - Rita Care - Maio 2015 - 2
Desenho Cru - Rita Care - Maio 2015 - 3

Pessoas – Entrevista para o jornal “O Mirante” por causa do XirArte de Rua

A propósito do XirArte de Rua – Encontro de Desenho de Rua e Outras Artes, em Vila Franca de Xira no dia 17 de Maio, o jornal “O Mirante” entrevistou-me e à Dina Domingues (a Isabel Alegria não pode estar nesse dia, mas esteve connosco nos temas da conversa).

No final, o jornalista pediu-nos para nos desenharmos uma à outra. Segundo um estudo “aprofundado” que a Dina fez junto da família e amigos parece que os adultos gostaram mais do primeiro desenho e as crianças do segundo (ou será que foi ao contrário…? ai…).  Não gosto particularmente de nenhum (aqueles narizes…), mas fartámo-nos de rir durante a sessão de desenho com o jornalista a tirar-nos fotografias e outras peripécias. Um “personagem” vilafranquense entrou dentro do café onde estávamos e queria  muito que o jornalista lhe tirasse uma foto com a Dina para mostrar à família que tinha estado com ela.

Gostei mesmo do desenho do leitor que estava no café, muito concentrado no seu jornal e muito quieto como convém. Não deu por nada.

Se quiserem participar no XirArte, agradecemos que se inscrevam tal como explicado ALI.

 Dina Domingues por Rita Caré 2015 - 1

Dina Domingues por Rita Caré 2015 - 2

Leitor by Rita Caré 2015 - Bar MNeorrealismo

Rotundas – Seixo da Beira

Por esse país fora há uma infinidade de rotundas com todo o tipo de objectos e esculturas. Obras de arte, ou não, estes sítios têm sempre algum significado para alguém. Início assim uma série com rotundas dali e dacolá. Neste caso, a “terra” de Seixo da Beira, em Oliveira do Hospital, quis prestar homenagem ao nosso bem mais precioso: a água.

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18, 19 e 22 Maio – Rabiscos de plantas no ITQB está por aí !

Para quem estiver disponível em horário laboral num dos dias 18, 19 e 22 de Maio de 2015 é melhor agendar já!
No Dia Internacional do Fascínio das Plantas, vai haver várias oportunidades de RABISCOS num instituto de investigação em Oeiras, o ITQB-UNL. Mais informações a correr, a correr assim que estiver finalizado o programa. É gratuito, mas a inscrição é obrigatória para cib.gabcomunicacao@gmail.com

 

Dia Fascinio Plantas - ITQB - Rita Caré - contraste

18, 19 e 22 Maio – Vai haver Rabiscos para Celebrar o Fascínio das Plantas!!

Para quem estiver disponível em horário laboral num dos dias 18, 19 e 22 de Maio de 2015 é melhor agendar já!
No Dia Internacional do Fascínio das Plantas, vai haver várias oportunidades de RABISCOS num instituto de investigação em Oeiras, o ITQB-UNL. Mais informações a correr, a correr assim que estiver finalizado o programa. É gratuito, mas a inscrição é obrigatória para cib.gabcomunicacao@gmail.com

Rita Caré - Rabiscos -Dia Internacional do Fascinio das Plantas - ITQB - Oeiras