IMPROV especial: Reportagem rabiscada

A Maratona da Saúde convidou o grupo IMPROV 84Po – IMPROVisação no Instituto Gulbenkian de Ciência – a participar numa actividade na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Lá fomos cinco e eu para a reportagem rabiscada e fotográfica e foi ainda mais positivamente surpreendente do que alguma vez nos passou pela cabeça. No dia seguinte ainda celebrávamos a felicidade que sentimos e o desejo de voltar a IMPROVisar para crianças assim sobre Doenças Raras e Ciência.

IMPROV @ Maratona da Saúde @ Santa Casa
IMPROV @ Maratona da Saúde @ Santa Casa
IMPROV @ Maratona da Saúde @ Santa Casa

Feliz Natal!… Este desenho tem 1 ano

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como não o publiquei a tempo, sai agora da fornada. Foi um dia que andei a vaguear pela Baixa Lisboeta.

Rita Care - Incursao - Montras e Prendas de Natal 2015 - 72

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Praia do Magoito, Sintra

Numa viagem daquelas que não queremos que acabem, arrastei-me pela costa até já não haver mais sol. Visitei a Praia do Magoito, em Sintra, pela primeira vez e revisitei as Azenhas do Mar, que ficam para o próximo post.

A esplanada com uma vista deslumbrante estava mesmo a pedir uns delírios aguareláveis para descontrair, bem a condizer com a misteriosa pseudo-neblina que fazia por ali.

rita-care-magoito-25-set-2016-2-72

Depois de delirar voltei a assentar ideias, mas mesmo assim abordei a costa como se estivesse dentro do mar a desenhar de frente… E as casas estão absurdamente gigantes em relação ao resto! Ahahahhah! Ai que belo pôr-do-sol fresco à beira-mar para me esquecer do calor insuportável que aturei todo o Verão.

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Este caderno é daqueles que quase não se vê. Aberto tem 16 x 3,5 cm

 

Explorar a Cerca Velha, Évora

O último encontro dos Évora Sketchers – o 41º, realizado pelos ÉSk e desta feita a convite do projecto “(a)Riscar o Património“- foi uma lufada de ar fresco, atordoada que ainda estou pelo término de uma das fases mais difíceis da minha vida…

Mas já está resolvido o meu grave problema académico que se arrastava há anos (vulgo entrega e discussão do projecto de mestrado) e fui rabiscar para o Alentejo, região de Portugal que mais gosto, em serenas celebrações com os ÉSk, que é pessoal muito simpático e positivo! Ah e que adora comer e conviver à boa mesa!!

Explorar a Cerca Velha, com um mapa fornecido para o evento, foi como andar a jogar à apanhada: um bocadinho da cerca aqui, outro ali, outro acolá… Divertido, portanto. Houvesse mais tempo…

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Cerca Velha junto ao Largo dos Colegiais

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Torres da Cerca Velha no Largo da Porta de Moura

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Rabiscos para o almoço… ou tentativas de representar alguns ÉSks. Ainda não percebi como consegui que o Vicente ficasse mais semelhante…

Não usava aguarelas há meses, porque o pouco que rabisquei neste último Verão foi a brincar com lápis-de-cor e marcadores. Nem a prática do desenho de edifícios estava afinada. Então demorei um tempão e fiz desenhos preparatórios para perceber formas e proporções. E mesmo assim não ficou como gostaria, mas também faz de conta que ninguém lá estava para ver a realidade ;-)

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1º Aquecimento para rabiscos a sério no inicio do dia…

 

Mais rabiscos e fotografias dos ÉSk AQUI e ALI

 

1 Outubro | Encontro | Rabiscos de Ciência em Zoom, IGC, Oeiras

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RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM 
Diários Gráficos no Dia Aberto
do Instituto Gulbenkian de Ciência

1 Outubro 2016 – 10-17h, Oeiras

 

O Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) abre as suas portas ao público no Dia Aberto do IGC 2016, em 1 de Outubro das 10 às 17h, em Oeiras. Entre muitas outras actividades para todas as idades, todos os interessados – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos – estão convidados a participar no encontro “RABISCOS DE CIÊNCIA EM ZOOM | DIÁRIOS GRÁFICOS NO DIA ABERTO DO INSTITUTO GULBENKIAN DE CIÊNCIA”, no qual vamos desenhar à vista em pequenos cadernos ao longo do dia.

Não é preciso saber desenhar, basta gostar de o fazer e trazer um pequeno caderno e materiais portáteis  para desenhar e pintar (por exemplo, canetas de feltro, lápis de cor, kit de aguarelas e pincel).

Serão organizadas duas visitas guiadas a laboratórios específicas para os rabiscadores e para as quais é necessária INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA:

A – 11h00 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório
B – 14h30 – Visita guiada e rabiscada a Laboratório

INSCRIÇÃO

Envie um e-mail para Rita Caré – rita.s.care@gmail.com – indicando o NOME, E-MAIL e TELEMÓVEL e em qual das visitas guiadas prefere participar: A ou B.

PÚBLICO-ALVO – ADULTOS e JOVENS maiores de 13 anos

EXPOSIÇÃO ONLINE DOS DESENHOS

Todos os participantes poderão ter até 3 dos seus desenhos expostos online no site do Dia Aberto do IGC 2016.

COMO CHEGAR AO IGC?

O IGC fica a 5 minutos a pé da estação de comboios de Oeiras (linha da CP Lisboa-Cascais). Instruções de chegada AQUI.

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

– Quando chegar à mesa de informações no IGC, identifique-se como RABISCADOR e irá receber um autocolante/crachá.

– O ponto de encontro dos grupos para as visitas aos laboratórios será nas escadarias do pátio grande central pelas 10h45 e pelas 14h45.

– Haverá uma partilha de cadernos no final da manhã (12h30) e outra à tarde (16.30h) junto às escadarias do pátio grande central.

– Há muito que ver, ouvir e experimentar, das 10 às 17h – Consultar o PROGRAMA de todas as actividades do Dia Aberto do IGC 2016 que está AQUI.

– O bar e a cantina do IGC estarão abertos ao público durante todo o dia.

ORGANIZAÇÃO

IGC – Instituto Gulbenkian de Ciência

MAIS INFORMAÇÕES

Website – https://diaaberto16.wordpress.com

 

O Mar e o Jardim em Cascais e o Lumina

Participei no 1º dos encontros incluído na Semana a Desenhar na Rua, organizado pela Oficina do Desenho nas ruas de Cascais. No nosso percurso parámos no miradouro para a Baía de Cascais, junto à estátua do Rei D. Carlos I e no Parque Marechal Carmona.

Passei o Verão a experimentar materiais que uso pouco: caderno de papel kraft, lápis-de-cor, lápis de pastel branco e canetas de feltro. Ontem fui ainda mais longe e usei esferográficas de cores.

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Desenhei o Rei D. Carlos I já praticamente às escuras e portanto digamos que inventei muito…

Depois arrastei-me por Cascais atraída pelas instalações do Lumina 2016 – Festival de Luz, que está também a acontecer por estes dias. Há peças muito belas de luz fria que nos aquecem a alma.

Uma grua “escangalha” a paisagem…

Para fazer tempo fui ao jardim de Vila Franca de Xira com vista para a marina, o rio Tejo e a Lezíria na outra margem. Pensei em rabiscar uns barcos estacionados, tentar perceber as formas e as linhas mais importantes para desenhar pouco e representar muito do todo… Fiz esse exercício na mente, mas não tive coragem de atacar no papel… outra vez! Também porque não tinha muito tempo e estacionada no lodo da marina estava uma grua… Aquilo prendeu-me a atenção. Valeu o exercício de não me permitir prender aos detalhes da parte do guindaste e o uso dos lápis-de-cor mágicos, que vão parecendo cada vez mais uma óptima solução para pintar rabiscos à pressa.

Rita Care - Grua Marina VFXira 2016

Árvores-de-fogo gigantes na Praça da Alegria

Estive no Jardim Alfredo Keil, na Praça da Alegria, durante uma hora para me dedicar a  estas árvores enormes, que estavam na lista de espera de “altamente rabiscáveis” desde o memorável Encontro 49 dos Urban Sketchers Portugal em 2014! Diverti-me muito nesse encontro.

As Metrosideros excelsa, conhecidas também por Árvores-de-fogo (por causa das suas flores vermelhas) fazem parte de uma colecção de árvores classificadas que existem naquele jardim. Estas duas têm a particularidade de ter uma imensidão de raízes aéreas caídas o que ainda as torna mais únicas.

Rita Care - Praça da Alegria - Lx - Jul 2016  (800x579)
Metrosideros excelsea a preto e branco

Lamentável é o estado de degradação daquela praça que bem precisa de uma lavagem de cara, por exemplo, com mais de belos grafites em algumas paredes, o chão e o mobiliário de jardim remodelados…

 

Rabiscos na revista “Oeiras em Revista”

OeirasEmRevista115-2016 - Rita Care (2) OeirasEmRevista115-2016 - Rita Care (1)

Desenhos de vários Sketchers na revista Oeiras em Revista sobre Turismo.

A revista em papel é gratuita e costuma estar disponível nos edifícios municipais, bibliotecas e no Mercado de Algés.

OeirasEmRevista115-2016

P.S. Adoram chamar-me Car(r)é… o que é que vou fazer… que coisa…

Do Adamastor para o Tejo

Sentei-me numa das esplanadas do Miradouro do Adamastor, em Lisboa, a beber uma limonada e a levar com uns esguichos de água para cima de mim e do caderno, cujas folhas nem tinham tempo de humedecer, tal era o calor.

Comecei por desenhar o guindaste do lado esquerdo, depois desenhei o cacilheiro, a Ponte 25 de Abril, a outra margem e o Cristo Rei. Quando dei por mim tinha o guindaste dentro de água, claro…

Lembrei-me logo daquela pergunta “retórica” típica destes momentos: “mas alguém estava lá contigo para ver”… se o guindaste lá estava?! ;-)

E o que é que isso interessa…? O Cacilheiro também não faz aquele percurso… Continuei por ali fora a desenhar um barco ali, outro acolá e por aí fora… Tem que ser rápido, porque eles passam depressa!

DoAdamastor-25Abril-Jul2016

Confesso que só uso lápis-de-cor “mágicos”, porque não me apetece carregar com a caixa dos 24. Os desenhos ganhariam muito se os usasse, mas tenho preguiça… E estes servem para o olho, sobretudo nestas folhas de papel escuro e bem acompanhados com um bom lápis de pastel branco.

Pessoas irrequietas…

Mesmo com este calor não há sossego para as conseguir desenhar. Até na relva não param quietas…

Desfile nas escadarias - Rita Care - 7-2016
Para cima e para baixo, sentadas a olhar o vazio, a ler… 

 

Desfile na relva - Rita Care - 7-2016
Na relva ninguém pára quieto, rebolam-se, levantam-se, deitam-se, levantam-se, vão-se embora, vêm outras… e os patos e as patas desinibidos em busca de petiscos nas sandálias alheias…

Veleiros e naus

Tall Ships em Lisboa 2016

“Rima” com sombras quentes…

à conversa, 39º C, brisa às vezes, duas limonadas, a miúda reflexiva inquieta, uma árvore, lápis mágicos, que difícil a caligrafia, zoo…

Rita Care - Jardim dos Sabores Zoo - 2016 (1024x683)

Vídeo – Urban Sketching por António Procópio

ProcopioVideo-USk

A propósito da sua exposição de Diários gráficos na Arte Estúdio Imaginário, em Mafra, António Procópio aborda a sua relação com o desenho, o urban sketching ou desenho urbano, desmistifica a capacidade humana para desenhar/observar e fala sobre o movimento internacional de Urban Sketchers. Ver Vídeo no Arte Estúdio Imaginário.

Do Miradouro da Arrentela, Seixal

A Manuela e a Alice Rolão escolheram um local maravilhoso para as celebrações do 30º Workshop de Diários Gráficos da L1B!

Fomos brindadas por uma vista maravilhosa do Miradouro da Arrentela, no Seixal, muito a condizer com a luz da manhã de Verão, com cores muito fortes, esbatidas com o passar das horas e a temperatura a subir… nós muito abrigadas por baixo da pérgola abraçada por plantas e pelo fresco.

Não visitava o Seixal há tempo demais…

Rita Care - Seixal - 9jul2016 (1) (1024x576)

Desta vez não faltaram petiscos num dos locais predilectos da Manuela, a Pastelices, onde bebi um chá frio divinal.

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Cisnes e gansos no Parque D. Carlos I, Caldas

No primeiro dia de férias nas Caldas da Rainha visitei o Parque D. Carlos I, porque estava a pensar há muito tempo que tinha que desenhar estes novos cadeirões vermelhos “plantados” e que trouxeram tanta cor ao local – há muitos anos que adorava ter um destes em casa, mas nunca encontrei.

Fui presenteada com estas cenas no relvado. Sentei-me num dos cadeirões muito quieta  e confortável, durante muito tempo para não os assustar, a desfrutar daquele cenário.

Entretanto, uma “coisa” dentro de mim começou a questionar-me sobre o que é que eu estava a fazer assim quieta quando tinha os momentos perfeitos para trazer dentro do caderno: uns modelos lindos muito sossegados a “pastar” e materiais dentro da mochila.

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Cisnes no Parque D. Carlos I

 

Estive mais de uma hora ali. As pessoas passavam, tiravam fotos, e os cisnes, enormes, não pareceram nada incomodados mesmo com tantos pequenos para cuidar. Os “pequenos” dos cisnes tinham quase o tamanho dos patos!

 

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Gansos no Parque D. Carlos I

Liverpool – Reportagem: Rabiscos à beira d’água

Experiências de aguarela e perfis do céu à beira de água em Liverpool.

Paris – Reportagem – Museu de Cluny e au revoir!

O Museu de Cluny dedica-se à história medieval.  Visitei-o de pés ensopados pela chuva, que se iniciou neste dia e teve como consequência as cheias históricas em França nos dias seguintes.

As peças de que mais gosto nos museus são quase sempre pequenas e produzidas com materiais “menores”. Nada de ouros, nem tapeçarias gigantes apesar de incríveis, como as que reportam a história da Dama e do Unicórnio, representado ali no marcador de livros.

A peça que mais me impressionou foi este cantil de barro, com uma tira de pele para transportar ao pescoço, dos séc. III-IV. Fiquei muito tempo a olhar para ele e a pensar neste objecto fundamental na vida de um viajante de há tantos séculos atrás, de como seria difícil e perigoso viver, mas em como tudo seria talvez mais “simples”…

Rita Care - Paris (13)

E depois de mais uma salada magnífica no “La Piscine”, voámos de regresso ao fim do dia…Rita Care - Paris (14)