Desenhar para Sentir – Entrevista com Sonia Esplugas

Dibuja lo que tú eres

A ler esta entrevista “¡Dibuja lo que tú eres!” de Ana Claudia Rodriguez, na LeCool, a Sonia Esplugas sobre um dos meus temas preferidos: a crença das pessoas que ACHAM que nunca saberão desenhar.

Alguns dos excertos com os quais mais me identifiquei.

  • Es que estamos más acostumbrados a comunicarnos con la palabra…

Sí, y es una pena porque el dibujo es un lenguaje disponible que no usamos y que nos permitiría desarrollar otra parte del cerebro, buscar soluciones desde otro punto de vista. 

  • ¡Muy gráfico! ¿Y a ti, para qué te sirve dibujar?

A mí a veces me cuesta contactar con mis emociones. Y mi estrategia inconsciente para evitarlo es acelerar el ritmo, llenarme la agenda, no parar. Y eso no me hace bien. Por eso para mí el dibujo es salud: me ayuda a contactar conmigo misma.

  • ¿Y qué pasa cuando te conectas?

Felicidad —la sonrisa grande, las manos quietas—. Siento que todo está bien.

LER a entrevista completa AQUI

 

“Porque é que os adultos acham que não sabem desenhar” por Ana Aragão no TEDxOporto

Vejam este vídeo, oiçam a ilustradora Ana Aragão atentamente e pensem não apenas nas actividades de desenho, mas também noutras, mas nos vossos passatempos e nas vossas profissões e na forma como as praticam.

A Ana Aragão defende que, ao contrário do que pensamos, todos somos capazes de desenhar e pergunta-se “porque é que perdemos essa capacidade com a idade?”

“No desenho mostramos as nossas capacidades, mas sobretudo as nossas fragilidades. E os adultos têm medo de mostrar as suas fragilidades, ou seja, de assumir que nem sempre escolhem o caminho certo. Mas será que isso é errar?”

Ana Aragao TEDx

Clicar na imagem para ver vídeo vídeo no You Tube

Fim do Ano delicioso de Amizade e peripécias Alfacinhas

Na semana passada eu e a Marilisa, numa decisão abençoada, fomos desenhar para a beira do Tejo, ali ao lado do Cais das Colunas, porque o sol estava bem estava instalado a invadir Lisboa e esteve até desaparecer.

Cais das Colunas, Lisboa (1) - 20Dez2015 1000

Sentámo-nos naqueles degraus muito largos, em frente ao rio e em frente ao relvado. Estava um jovem lá deitado  numa posição muito estranha, mas apresentava umas boas cores nas faces… Sugeri várias vezes à Marilisa se não deveríamos ir lá ver se ele estava mesmo vivo… Passada mais de meia hora descobrimo-lo aparentemente bem, a dormir profundamente,  talvez com problemas respiratórios notórios… pelo que tivemos que terminar os nossos desenhos ao som do seu dormir e ainda viemos embora e ele lá continuou no seu sono muito sonoro num belíssimo final de tarde da penúltima tarde de Outono…

Cais das Colunas, Lisboa (2) - 20Dez2015 1000

Na tarde de véspera de ano novo resolvemos fazer um périplo ali para o lado de São Bento. Não encontrámos lugar sossegado para desenhar abrigadas de qualquer frio, mas não havia assim frio… então bebemos um café no quiosque e sentámo-nos no Jardim das Flores com vistas… digamos interessantes para a roupa estendida nas janelas, para os prédios com azulejos giros, para as pessoas “particulares” e/ou extravagantes que deambulavam por ali.

Eu aproveitei e ofereci uma prenda com um atrasoseco de cerca de 6 meses… Achei o tema não adequado para as paredes da casa dela, mas para ela ter uma recordação de mim em qualquer gaveta onde guarde este tipo de “abóboras de arte” :)

MMesquita -Sardinha - Rita Caré 2015

Senti uma estranha atracção por desenhar roupa estendida, entre a qual se encontravam umas ceroulas azul-cueca. Achei perfeito para a véspera de ano novo. Vestir umas cuecas de cor azul-cueca é supostamente o sonho de qualquer Português numa passagem de ano… mas então umas ceroulas parece-me ultrapassar todas as expectativas, não é?

Pareceu-me mesmo o desenho perfeito para o último dia do ano ali na Praça das Flores, em Lisboa. Será mesmo que o proprietário estava a secar as suas belas ceroulas para entrar com o pé direito em 2016?

PracaFlores-30Dez2015

 

A Marilisa desenhou parte da praça e do edifício da casa de chá todo a caneta e pincel preto. Não há fotografias. Quando chegou a casa publicou outro desenho que não parecia o mesmo. Aquele trabalho de pintura só pode indicar bons auspícios para 2016!

Opinião: Parem de fotografar e desenhem em Museus ? Talvez não seja bem isso…

Partilho aqui um post deveras interessante  “Museu Holandês pede a visitantes: parem de fotografar e desenhos os quadros” e faço um comentário talvez provocador em baixo.

MuseuHolandesPedeParaVisitantesDesenharem

Não, este texto não é para provocar os fotógrafos. Todos os que já foram aos encontros dos Foto&Sketchers 2´´ sabem que adoro dedicar-me à fotografia, já tendo participado em encontros apenas de smartphone e máquina fotográfica na mão. Já o disse várias vezes, acho muito importante haver fotógrafos “só fotógrafos” a participarem nos encontros deste grupo, pois é muito enriquecedor e é uma forma indirecta de chamarmos mais fotógrafos a virem divertir-se connosco.

Se as pessoas tirarem fotografias com o mesmo entusiasmo, carinho e dedicação com que os sketchers fazem os seus desenhos: observando as peças e o seu contexto na exposição e na história, reflectindo, pensando nos enquadramentos, nas cores, etc., fazendo uma selecção cuidada – sobretudo do que não querem incluir nas suas fotos – o efeito produzido em cada um dos Fotógrafos e/ou Sketchers é semelhante: usufruirmos dos espaços que visitamos – ou apenas de meia dúzia de peças a que nos dedicamos cuidadosamente -, trazermos connosco mais  histórias para contar sobre as peças, os locais e as actividades em que nos envolvemos e mais de aprendizagem através da auto-crítica positiva que devemos fazer dos nossos próprios trabalhos e dos nossos companheiros Fotógrafos e/ou Sketchers.

Deixo aqui a citação (ver topo do blog dos Foto&Sketchers 2´´) do fundador dos Urban Sketchers internacional, Gabriel Campanario, que nos inspirou a criarmos este grupo para promovermos a Fotografia e o Sketching (Rabiscos de observação no local) e a integração dos participantes, sobretudo para cumprirmos os nossos principais objectivos: usufruir da cultura material e imaterial dos lugares que visitamos, conviver e divertir-nos o mais possível.

“At the end, no winner was declared in the face-off between pens and lenses. And that’s a good thing. Whether with a pen or a camera, the act of recording things visually forces us to pay attention to our surroundings. It helps us see things with new eyes when we take the time to look. And that’s all that matters.”
Por Gabriel Campanario, fundador dos Urban Sketchers

Por Rita Caré, 2015 – publicado no blog dos Foto&Sketchers 2´´

Reportagem do último WS para quem acha que não sabe desenhar e pintar

Ficam alguns dos resultados do workshop do passado fim-de-semana para quem acha que nunca saberá desenhar e pintar. Desta vez todas as participadas estavam já convencidas.

De vez em quando tem sido possível ter um artista convidado connosco e a Marilisa Mesquita teve a disponibilidade de nos fazer companhia no segundo dia. Obrigada pelo teu testemunho sobre a experiência de Urban Sketching e partilha de desenhos! :)

Obrigada também mais uma vez à equipa do bar-restaurante Velha Gaiteira que apoiou a organização das actividades!

18, 19 e 22 Maio – Desenhar o Fascínio das Plantas em Cadernos no ITQB, Oeiras

Inscrições Abertas!
Rabiscos – Encontro de Diários Gráficos
Desenhar o Fascínio das Plantas em Cadernos no ITQB

Inserido no Programa Internacional de actividades
do Dia Internacional (semana) do Fascínio das Plantas

O Dia Internacional do Fascínio das Plantas (18 de Maio), é uma iniciativa lançada pela EPSO – European Plant Science Organization e promovida em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Fisiologia Vegetal e pelo ITQB-UNL – Instituto de Tecnologia Química e Biológica. Tem como objectivo despertar o maior número de pessoas em todo o mundo, para o verdadeiro fascínio das Plantas, sensibilizando para a importância do seu estudo para melhorar a agricultura e a produção sustentável de alimentos, a horticultura, a silvicultura e a produção de bens não alimentares (papel, madeira, químicos, fármacos e energia), não esquecendo a importância das plantas para a conservação do meio ambiente.

Fascinio Plantas - Rabisco - Rita Caré - 1000

OPÇÕES À ESCOLHA (18, 19 ou 22 de Maio)

18 MAIO

10h45 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h – Conversa Fascinante – “O Fascínio das Pastagens: o animal faz a pastagem ou a pastagem faz o animal?” com investigador jubilado David Crespo, Presidente da Fertiprado (ex-consultor da FAO – “Food and Agriculture Organization” das Nações Unidas) – O fascínio das pastagens resulta não só da diversidade da sua composição mas também da sua funcionalidade e da sua capacidade para manter ecossistemas estáveis. Através de alguns exemplos, mostramos como as plantas desempenham um importante papel nas pastagens.
12h – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia plantas e conversa com investigadores
13h40 – Visita a estufas de plantas no topo do edifício do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h20 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

19 MAIO

10h45 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h – Conversa Fascinante “Plantas, Mitos, Fabulações e Realidades” com investigador jubilado Jorge Paiva, Dep. Botânica, Centro de Ecologia Funcional, Universidade de Coimbra – Desde os primórdios dos tempos que o Homem utiliza as plantas em seu proveito e, com essa prática, aprendeu muito com a Natureza. Através de histórias e mitos, desvendamos a realidade de algumas utilizações tradicionais das plantas através dos séculos.
12h – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia de plantas e conversa com investigadores
13h40 – Visita a estufas no topo do edíficio do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h20 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

22 MAIO

11h15 – Entrada do ITQB junto à Segurança
11h30h – Conversa Fascinante – “Folha a folha, se chega à rolha” com investigador jubilado Silas Pêgo (melhorador de milho, ex-consultor da FAO) – Num paralelismo com o popular “grão a grão enche a galinha o papo”, chama-se a atenção para outro paralelismo entre a “folha” vegetal e os “pulmões” dos animais, não só como essenciais à vida, mas também como elementos da linguagem das plantas, ao longo do seu ciclo vital, em que as pequenas coisas nos podem conduzir às maiores elevações do espírito humano a exigir uma celebração poética.
12h30 – Almoço na cantina do ITQB (custo +/- 5 euros)
13h30 – Visita a laboratórios de investigação em biotecnologia plantas e conversa com investigadores
14h10 – Visita a estufas no topo do edíficio do ITQB com vista deslumbrante e conversa com investigadores
14h50 – Visita livre à Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional (fica a 15 min a pé do edifício do ITQB), local com edifícios fantásticos muito degradados com enormes painéis de azulejos. Ver fotos AQUI

DESAFIOS de DESENHO – Os participantes serão desafiados a cumprirem um exercício (não obrigatório) em cada actividade. Para estes desafios não é preciso saber desenhar, basta gostar de o fazer. Os participantes serão apoiados por: Rita Caré (Bióloga, coordenadora do gabinete de comunicação do CiB, com experiência em desenho e ilustração científica em diários gráficos desde 1999 e Urban Sketcher Portugal) e José Ricardo Salvado – Biólogo, investigador do ITQB-UNL e aluno do programa doutoral “Plants for Life”, com experiência em ilustração científica, desenho criativo e aguarela em diários gráficos desde 2004).

OFERTA – Cada participante irá receber um caderno A6 Emílio Braga  e uma caneta Muji. Estarão disponíveis kits de aguarela de gama infantil para colorir os desenhos.

EXPOSIÇÕES –  Os desenhos produzidos neste encontro serão reunidos numa exposição online e poderão vir a ser reunidos numa exposição física nas instalações do ITQB.

INSCRIÇÕES – As inscrições são OBRIGATÓRIAS e limitadas a 5 participantes por dia.
– Cada participante deve enviar a sua inscrição com dados pessoais (nome + e-mail + telemóvel + nº cartão do cidadão ou nº carta de condução) e indicar a ordem de preferência em termos de dias (cada participante só poderá participar num dos dias).
– Cada participante deverá usar obrigatoriamente uma placa identificadora (que será fornecida) enquanto permanecer nas instalações do ITQB.
– O contacto para inscrição é cib.gabcomunicacao@gmail.com

LOCALIZAÇÃO – COMO CHEGAR? 
– ITQB-UNL – Antiga Estação Agronómica Nacional Quinta do Marquês, Oeiras (entrada pelo portão da Avenida da República, Nova Oeiras).
–  A 10 minutos a pé da Estação de Comboios de Oeiras (linha Cais do Sodré-Cascais – viagem dura 20-25min)
– Viagem de carro pela A5 – Sair na saída “Carcavelos” e seguir para Nova Oeiras. Ao passar a segunda rotunda depois da saída da A5 estará na Av. da Republica. Siga em frente. O portão da EAN é no final dessa avenida no lado esquerdo.
– Ver mapas-esquemas aqui: http://www.itqb.unl.pt/contacts/itqb_location#maps
– Coordenadas GPS: Latitude: 38° 41′ 38″ (38.694 N) e Longitude: 9° 19′ 7″ (-9.318 W)

APOIOS 
EPSO – The European Plant Science Organisation
ITQB- Instituto de Tecnologia Química e Biológica
CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, Portugal
Projecto – Papiro papirus – Rabiscos e Aguarelas

MAIS INFORMAÇÕES

Olhou os meus desenhos e as lágrimas escorreram pela cara…

Tenho uma história incrível com os meus desenhos para Partilhar. Estou tão emocionada com aquele momento tão especial que me liberto do pudor de me expor assim… tenho de a partilhar aqui mesmo onde os meus rabiscos moram quase sempre ligados a emoções fortes e de preferência recheados de energias positivas.

Hoje em frente à Torre de Belém sentei-me no relvado do Out Jazz. Tinha um desenho urgente do tipo “encomenda” para enviar até ao final da noite… Tinha mesmo que o fazer e pronto. Estava na minha empenhada luta com o papel e senti uma pessoa a aproximar-se. Era a mesma miúda que me tinha chamado a atenção e que estava em posição de meditação junto ao lago do Museu do Combatente…

Pediu-me para ver os meus desenhos. Passei-lhe o meu caderno “das pessoas”. Sentou-se ao meu lado. Estava muito concentrada a desenhar e quando olho para ela estava mergulhada nas suas lágrimas soluçantes. Disse-me que adorava muito baixinho…

Comentei que quase nada na vida não tem solução…
– Não me queres contar o que se passa…?

Respondeu-me que sugava tudo de todos e que isso era muito desgastante.
– As pessoas não me compreendem.

Declarei-lhe firmemente que não era esse o meu caso. Numa tentativa de a aliviar informei-a convictamente de que não nos permitirmos sugar pelas energias negativas dos outros é algo que se aprende com o tempo…

Perguntei-lhe se desenhava pessoas. A Sofia de 18 anos em lágrimas contou-me que desenhava pessoas no metro e que eram todas muito tristes e pesadas. Tentei convencê-la que se devia esforçar para procurar as pessoas que emanam energias positivas e mostrei-lhe os desenhos de que mais gostava no caderno, porque senti que aquelas pessoas eram positivas. Ao que ela pareceu concordar.

Ficou mais uns momentos comigo. Abraçou-me e deu-me um grande beijo na face.

Despediu-se declarando:
– Até ao próximo Out Jazz…

Enquanto ela desapareceu por entre a multidão dançante, eu tive a certeza de que naquele momento ganhei o meu dia e que não posso deixar de desenhar. Os meus rabiscos vão muito mais além… Desenhar e partilhar o Desenho faz-me crescer enquanto ser humano. E isso é o mais importante de tudo.

O resultado do meu desenho “urgente” não posso mostrar para já, mas espelha O [meu] Espanto…

Vídeo – Ponhamo-nos a desenhar! É que faz bem à saúde!

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Neste vídeo o cartoonista Jorge Arranz encoraja-nos a desenhar sem que necessariamente sejamos artistas.

Explica porque devemos ser educados a desenhar, tal como a falar e a escrever. E anda defende que o desenho faz bem à saúde e ajuda a recuperá-la.

VALORES DO DESENHO

1 – Comunicação
2 – Educação
3 – Terapia

 

 

26 Abril – Encontro de Rabiscos na Foz do Arelho e Lagoa de Óbidos

FozArelho-Vista LagoaObidos -19Abril - RitaCare
Vista para Penedo Furado, Lagoa de Óbidos e Escola de Vela

Encontro de Desenho e Caminhada 
Vamos RABISCAR na Foz do Arelho e na Lagoa de Óbidos 
26 Abril 2014 (Sábado) – 16h – Foz do Arelho

Tragam um caderno, caneta/lápis e materiais para pintar e juntem-se para desenharmos em grupo na Foz do Arelho e na Lagoa de Óbidos!

RECOMENDAÇÃO: Levar chapéu, calçado confortável e água!!

PROGRAMA

Percurso a pé ou de bicicleta ou de carro – há estacionamento em todos os pontos – ver o MAPA

Mapa dos Pontos de Encontro - Foz do Arelho e Lagoa de Óbidos
Mapa dos Pontos de Encontro – Foz do Arelho e Lagoa de Óbidos

 

16h – Encontro junto ao Penedo Furado (Rochedo que parece um elefante)
16h30 – Partida em direcção à Escola de Vela da Lagoa através do percurso pedonal/ciclovia
17h30 – Encontro no parque de estacionamento da Escola de Vela para 1ª Partilha de Desenhos
18h – Partida em direcção aos bares da praia da Foz do Arelho pelo percurso/pedonal e depois junto à lagoa até aos bares da praia de mar
19h30 – Encontro no bar 7ª Vaga para a 2ª Partilha de Desenhos

Mais informações AQUI

 

Clicar nas Imagens em baixo para Ver

Desenhar com a BiC 1.6 mm

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Muito se falou da nova BiC Cristal de ponta com 1.6 mm no último encontro dos Urban Sketchers. Tanto, que fui a “correr” experimentá-la. Parece-me óptima para desenhar. Mas… – Há sempre um Mas! – Deixa um rasto de gotas do excesso de tinta que se vai acumulando na ponta. É muito irritante para além de ser também inestético… Então, para usufruir do desempenho  suavemente deslizante da BiC 1.6 mm no desenho há que usar a mesma técnica utilizada no uso de pincéis: um guardanapo de papel para ir limpando a ponta.

No meu caso esta “perda de tempo” é muito útil, porque me obriga a abrandar os traços e a observar mais demorada e atentamente o que estou a desenhar.  Não é ferramenta para impacientes. No meu caso não serve para trabalhos de pormenor nem para os cadernos de formato mini que tanto gosto de usar, porque o traço é muito largo.

Experimentei escrever com ela durante uma hora sem parar numa conferência. Adorei, porque curiosamente na escrita não deixa as tais gotas para trás e a consegui escrever muito rapidamente tal como exigia a ocasião.

Encontrei uma opinião sobre esta esferográfica para uso em escrita – Review: Bic Cristal 1.6 mm Pens – de onde “pedi” emprestada a imagem.

Porquê criar diários (gráficos e não só) ?

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Porquê criar diários (gráficos e não só) ?

Um diário vale a pena se tivermos uma postura auto-crítica e reflexiva sobre o que desenhamos, pintamos, escrevemos e colamos lá dentro.

Eu vou mais longe do que a Eileen Adams (a ver neste vídeo e que está a abordar a importância do diário gráfico em ambiente escolar) na minha explicação sobre os motivos de produzir diários destes uns atrás dos outros. Faço-o também com o objectivo de meditar, de ficar em silêncio interior por entre os ruídos dos dias e de crescer enquanto ser humano ao fazer essa auto-reflexão.

A importância da produção de diários é uma questão muito interessante e que cruza a reflexão sobre vários outros temas igualmente interessantes.

OUTRAS INFORMAÇÕES

Dica favorita de lista de 20 para Rabiscar por Aí e os Porquês de Partilhar…

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Uma das minhas dicas favoritas desta lista de 20 Dicas para Rabiscar por Aí e os Porquês de Partilhar os desenhos na Internet com outros rabiscadores?

Postar os rabiscos, sejam eles “feios” ou “bonitos” [seja lá o que isso queira dizer…] em blogs e ferramentas sociais (facebook, flicker, google +, etc.) pode ser muito vantajoso. Pode-se aprender com os comentários dos outros e a observar os mais diversos trabalhos e soluções encontradas para desenhar objectos, pessoas e locais.

As possibilidades de aprendizagem de novas técnicas, estilos e soluções para os nossos próprios desenhos são enormes.

Além disso, partilhar pode ser uma experiência muito positiva e encorajadora se os rabiscadores não estiverem constantemente a auto-denegrirem o seu trabalho. Há sempre aspectos positivos a retirar de cada desenho. Sempre!

Questionem-se se gostam mais deste estilo ou de outro para perceberem com o que se identificam mais e aplicarem o que observam e aprendem nos vossos desenhos!

E reflictam sobre o que é isso de ser bonito ou feio ou de estar bem ou mal desenhado… O que é isso afinal? Isso existe? Haverá uma resposta correcta?

 

 

Abrir o diário gráfico e ultrapassar-nos…

Open Your Sketchbook: overcoming obstacles

“It’s difficult to find time to open my sketchbook and draw – that’s nothing new so I really have no excuse. There are two things that help me overcome obstacles to drawing in my sketchbook.”

1 – Have a sketchbook with me at all times.
2 – Stop thinking it has to be GOOD!

Read it All Here