Do Adamastor para o Tejo

Sentei-me numa das esplanadas do Miradouro do Adamastor, em Lisboa, a beber uma limonada e a levar com uns esguichos de água para cima de mim e do caderno, cujas folhas nem tinham tempo de humedecer, tal era o calor.

Comecei por desenhar o guindaste do lado esquerdo, depois desenhei o cacilheiro, a Ponte 25 de Abril, a outra margem e o Cristo Rei. Quando dei por mim tinha o guindaste dentro de água, claro…

Lembrei-me logo daquela pergunta “retórica” típica destes momentos: “mas alguém estava lá contigo para ver”… se o guindaste lá estava?! ;-)

E o que é que isso interessa…? O Cacilheiro também não faz aquele percurso… Continuei por ali fora a desenhar um barco ali, outro acolá e por aí fora… Tem que ser rápido, porque eles passam depressa!

DoAdamastor-25Abril-Jul2016

Confesso que só uso lápis-de-cor “mágicos”, porque não me apetece carregar com a caixa dos 24. Os desenhos ganhariam muito se os usasse, mas tenho preguiça… E estes servem para o olho, sobretudo nestas folhas de papel escuro e bem acompanhados com um bom lápis de pastel branco.

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