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Janela para o Mundo

Mudar 2010 – Ler Muito +++

Desafio V dos Urban Sketchers PT

Encontro de Rabiscos

Aqui um dos esboços lindissimos do Alex. Ele só gosta de esboçar pessoas.

Eu gosto mais de esboçar objectos e geométricos, principalmente quando estou sem paciência,
como no nosso encontro de rabiscos.

Mais um boneco com meses e meses…
Gosto especialmente dele, apesar de estar todo desproporcionado.
Foi inspirado numa imagem de publicidade que vi na revista Os Meus Livros.

Janela de uma revista

Este boneco também tem muito tempo.
Acho que um dia que não sabia o que fazer numa aula de pintura
pus-me a fazer isto a partir de uma revista daquelas de decoração no campo ou assim.

Quimera Citadina

Este boneco já tem muito tempo, mas esqueci-me de o publicar.
Possivelmente mais de um ano escondido num caderno.
Acho que foi totalmente inventado, talvez com inspiração em alguma foto.

Cheio de buracos, mas quentinho, hum…

Desafio II dos Urban Sketchers PT


Vista de uma viagem de trabalho:
Oeiras-Odivelas a 70 na CREL.
Aquilo não é neve… Chovia a potes.

Vista de uma Janela do TRABALHO  a Cores
depois de fotocopiar o original.
Cores com canetas de feltro Brush Pitt e caneta Rotring.

Vista de uma Janela do Trabalho a Grafite

Vista de uma Janela de CASA

EM BREVE

Esboço do lanche de Natal  enquanto ouvia os leitores
de Nenhum Olhar de José Luís Peixoto,
o livro do mês de Dezembro
do Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras.

Fotocopiei o original e já em casa dei cor
com canetas de feltro Brush Pitt e caneta Rotring

Grafite

TPC dos Urban Sketchers PT

Para me dispersar só mais um bocadinho das minhas actividades diversificadas,
agora resolvi dedicar-me a aquecer o corpo e a alma com as artes de tricotar.

Depois de um mês de luta, muitas vezes inglória,
de me enervar com a minha mãe e com uma amiga tricotadeira dela,
de visitas a várias lojas de lãs e fios afins para estudos aprofundados,
de tentativas para fazer um cachecol laranja para o Xico (o cão),
da D. Júlia me pôr a fazer um cachecol em ponto de liga duplo com queda de uma malha
com uma lã especialissíma para o efeito,
de descobrir agora, que não tenho lã suficiente para acabar essa obra,
de estar à espera ansiosamente pela mesma para dar por terminado o dito cachecol azul,
de um workshop com a Susana da Knit.com,
de ter iniciado um outro cachecol azul petróleo
e de ter descoberto que daria um péssimo cachecol teso que nem um carapau,
de acrescentar malhas e mais malhas às carreiras sem perceber como,
e de telefonar à Susana a pedir ajuda,
consegui finalmente terminar a primeira obra de tricot:

Uma BOLSA azul petróleo para moedas, lenços de papel,
ou outra coisa qualquer.

Bolsa de lã em tons de azul com botão de madeira
13×14 cm

Conclusões de José Louro:

- manter um diário gráfico ajuda a reciclar os tempos mortos
- desenhar todos os dias significa desenharmos cada vez melhor
- desenhar potencia a nossa percepção da realidade exterior
- desenhar num diário gráfico é um prazer, não uma obrigação
- o diário gráfico pode ser uma útil ferramenta pedagógica
- a internet é uma forma poderosa de fomentar e partilhar os registos de rua em suporte portátil
- embora desenhar seja um acto privado, os desenhadores encontram-se para desenhar. Isto estimula a própria actividade
- qualquer pessoa pode começar a desenhar
- o desenho no diário gráfico não é melhor nem pior que noutro tipo de suporte ou escala. É desenho.
- num diário gráfico pode-se e deve-se experimentar várias técnicas sem ser o registo gráfico.
- desenhar num diário gráfico pode ser pretexto para umas óptimas jantaradas! (Esta é pessoal)

in José Louro – “A Janela de Alberti”

As minhas botas

Papiro papirus

no IV Encontro do Colectivo de Diários Gráficos

22 Novembro 2009

Viagem de Metro Cais do Sodré – Telheiras
Excelente exercício: uma “correria” em 20 minutos.
Como se vê, a minha mão está muito enferrujada…

Jardim de Telheiras

Jardim de Telheiras

Alex nos Esboços.
E que fantásticos esboços!

À Partida – Muita gente! E miúdos. Muitos! =)

Árvore das minhas atenções

P.S. As fotos estão terríficas. Não percebo nada destas tecnologias nos telemóveis…

Praia no Guincho

“Para o Natal eu quero que seja”…
trálárá trálará ….
“Para o Natal eu quero que seja” …

Um lindo caderninho de Outro Planeta – Tangerina!

(não “a minha agenda, a minha agenda”)

Depois do 1º esboço dei por terminado este retrato.
Dizem que está muito parecido…
A senhora que recebeu o original para enquadrar
disse-me que achava que ela está “muito viva”.

É claro que teve as mãozinhas do Alex para os retoques!

Esta é uma digitalização de uma fotocópia a cores do original
(lápis-de-cor aguarelável sobre papel cinzento Canson)
e por isso há tonalidades que já se perderam.

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